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domingo, 17 de março de 2013

O jornalismo abaixo de cão

No Telejornal da RTP1, agora mesmo, conduzido pela jornalista Cristina Esteves, está Herman José, como convidado especial,  a comentar incidentalmente as notícias.
Sobre o "caso Isaltino" e sobre o "caso Rui Pedro" , Herman José esportula a sua opinião tipo tudista. Acha que a Justiça, em Portugal, lembra a inquisição. Tal e qual. A razão encontra-a na incompreensão do sistema e "noutras coisas" que não especifica, mas é fácil de adivinhar, porque se há alguém que não devia falar assim da Justiça, é Herman José. Safou-se por causa de um equívoco e na Inquisição não havia garantias dessas.

Por outro lado, a jornalistas apresentou o tema de abertura do telejornal de hoje, a cerimónia papal referente ao "Angelus", citando o latim original num modo ainda mais original: chamou-lhe "anguelus".

Fica tudo dito sobre este jornalismo, sobre o princípio de Peter e sobre o costume de a RTP dar aos espectadores o chamado jornalismo abaixo de cão. É que nem sequer é aquele do tipo para quem é, bacalhau basta.

E daí...não fica ainda tudo. A mesma jornalista, à míngua de novidades, repassou uma peça de ontem, sobre uma reunião partidária do PS em que esteve presente Jorge Coelho, o regressado administrador da Mota-Engil, dispensado por não ser mais preciso.
E que disse Jorge Coelho para os apaniguados do partido e público em geral ouvir? Que com estas políticas "neo-liberais" ainda vamos regressar ao tempo da mortalidade infantil acima da média europeia e outros índices perigosos para o bem estar social.
Jorge Coelho é  o mesmo que assegurava há uns anos, no programa de tv Quadratura do Circulo,  que a memória das pessoas é muito curta.
Jorge Coelho é o mesmo que foi designado administrador de uma empresa privada de construção civil e obras públicas e foi durante a "sua" administração que a firma conseguiu umas rendosas renegociações das PPP´s rodoviárias que a beneficiaram de modo inadmissível e prejudicaram o erário público em milhões e milhões.Jorge Coelho, sobre isto, não deve ter nenhuma memória.
Jorge Coelho conta evidentemente com este jornalismo abaixo de cão e com a memória curta dos portugueses para continuar a enganar papalvos.

131 comentários:

Manuel de Castro disse...

Jorge Coelho tem faro de perdigueiro. O PS sente de novo o cheiro do poder. Mais do mesmo!

Zé Luís disse...

A jornalista até é formada em Direito, mas também deve ter tirado aquilo ao domingo. É o que há.

Vitor disse...

Os Jorges (também) Coelho deste país foram os acusadores de toda a desgraça mas querem reaparecer como salvadores da Pátria na esperança de que lhe caia outro ministério a seguir ao qual outra empresa tutelada por si lhe entregará um lugarzinho na administração. Vegonha na cara é o que não lhes falta

António Bettencourt disse...

Anguelus está certo, é a pronúncia restaurada do latim.

josé disse...

A mim lembrou-me logo Buñuel e o Cão andaluz...

Bic Laranja disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bic Laranja disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bic Laranja disse...

Anguelus é pronuncia do latim clássico, sim, mas o latim eclesiástico é diferente. Por acaso nem me admirava que andasse a par do jornalismo...
Cumpts.

Lura do Grilo disse...

...nem mais. Eu chamei-lhe o regresso do filho pródigo mas não arrependido. Este ainda vai matar muito cabrito a festejar.

Maria disse...

Esse Herman José devia era estar caladinho em vez de criticar uma Justiça concebida por um sistema ao qual pertence de corpo inteiro e pelo qual é defendido à outrance assim como o são todos os homossexuais, pedófilos e criminosos do país, sejam eles maçons ou não. No caso Casa Pia ele livrou-se de se juntar ao rol de pedófilos acusados e não julgados pelos crimes efectivamente praticados, por ter inventado um estratagema à última da hora que a milhas de distância se percebia ser falso não convencendo o mais crédulo, mas como (mais um dentre muitos) protegido do sistema ficou safo. Ou não fosse ele o humorista do regime que, nesse preciso papel, lhe tem aparado o jogo desde o seu início. Regime concebido, materializado e posto em prática por gente que, tendo em conta os sinuosos percursos de vida de cada um, padece comprovadamente de doenças mentais gravíssimas e em que ele e outros da sua laia se mexem como peixe na água. E tem ele a supina lata de dizer que a Justiça em Portugal lhe lembra a Inquisição, imagine-se!, (estivesse a Inquisição hoje legalizada e atendendo ao seu (dele) modus vivendi e poderá imaginar o destino que lhe estaria reservado - certamente muito longe do perdão que esta Justiça lhe concedeu), a mesma que o livrou da cadeia apesar de ter pleno conhecimento dos crimes por ele praticados, deixando-o livre que nem um passarinho para continuar a fazer a sua vidinha e a ganhar um balúrdio por cada programazeco que produz..., com a ajuda do sistema a impingí-los aos canais televisivos, como é bom de ver.

Kaiser Soze disse...

Também aprendi a dizer Angelus como "Anguelus", parecido com Ajax e "Aiax".

A cena do Jorge Coelho pareceu-me uma masturbação colectiva nada erótica...

Kaiser Soze disse...

Ah, e no meio de uma possidunite que o caracteriza (correcções a pronúncias alheias e que tais), o Herman tem a vantagem de conseguir enquadramentos e raízes que escapa a muito comentador.

Agora, se isto diz muito do Herman ou pouco dos comentadores, é outra coisa.

josé disse...

O Herman teve um educação num colégio Alemão, penso eu de que.

Ainda assim é um ignorante, com a mania que sabe umas coisas de tudologia.

josé disse...

Aos latinistas:

Angêlus, em latim ( com um ( deitado de costas) tem a vogal "e", uma vogal áspera, como ensina a fonologia, e neste caso aberta.

O "g" antes do e, pronuncia-se antepondo-lhe um quase "d" ininteligível. Outro exemplo?
lagena=la(d)jena.

Por outro lado, além de "angelus" que significa anjo, também existe a palavra latica "angellus", que significa pequeno ângulo ou canto e se declina provindo de angulus.

Nunca ouvi falar na tal pronúncia antiga...

Devious disse...

A jornalista é formada em Direito...
E em que é que isso lhe pode dar alguma qualidade adicional? O jornalismo está cheio de gente medíocre que não conseguiu ser absolutamente nada do ponto de vista profissional. Nicolaus, Ferreiras Alves, Marques Lopes etc etc são uma espécie de especialistas em porra nenhuma que à falta de qualidade naquilo que era suposto fazer foram parar ao jornalismo.
Para se ser jornalista não é preciso um diploma. É preciso "vida", qualidade, perspicácia e perceber que o jornalista relata factos e não é ele próprio a estrela. Coisa que estes miseráveis profissionais desconhecem.
O jornalismo está pejado de medíocres com uma carinha laroca que não têm dois neurónios de qualidade.
O jornalismo que temos reflecte bem a forma como lidamos com tudo. Superficialmente, olhando para um diploma de porcaria como se fosse um sinonimo de saber ou de qualidade ética. Depois ficamos chocados que Relvas, Seguro, Sócrates ou Passos tenham uma formação de caca ou pura e simplesmente falsa.
Eu simplesmente deixei de ver a informação na TV. Não aturo mais que me encham os ouvidos com trampa, veiculada por profissionais de trampa usando comentadores de trampa para aumentar o efeito.

Kaiser Soze disse...

http://economico.sapo.pt/noticias/gazprom-propoe-pagar-resgate-do-chipre_165043.html

Se se perguntasse "será que a Europa é estúpida?" a resposta seria esta notícia.

Zé Luís disse...

Ao fazer o sublinhado da formação académica da Cristina, que também começou como "menina de continuidade" ou sereia tipo Serenella para fait-divers e outros espectáculos e mais entrenimentos, foi só para enfatizar, perante o jose, que ter esse background, de facto, não serve para nada se não se chama a atenção das grosserias que qualquer "convidado" debita.

É no estilo do que o jose critica no MST et pour cause.

lidiasantos almeida sousa disse...

O PORTUGAL PROFUNDO, depois do ostracismo a que votou os meus comentários hoje aceitou um sobre a PAIXÃO VS ÓDIO. Peço ao Senhor José para publicar os meus. Obrigada

lidiasantos almeida sousa disse...

Escrevi um comentário sobre o comentário da Maria, simplesmente Maria, condenando o Herman José sem provas, mas infelizmente o Senhor José censurou e não publicou Lamentável

zazie disse...

Lá vem a retardada mental infonaba a inventar censuras.

josé disse...

Ó dona! Eu não censuro ninguém, em princípio e sem avisar.

Escreva lá outra vez o que quiser e que normalmente é para lamentar.

Vivendi disse...

José,

O Coelho é preciso novamente na política porque...

Antes que alguém se lembre de nacionalizar parte ou até mesmo a totalidade dos depósitos bancários tratem primeiro de nacionalizar as PPP. - Num país com gente normal seria assim.



António Bettencourt disse...

Caro José, em latim existe a chamada pronúncia restaurada, ou seja a pronúncia que segundo especialistas que compararam diversas fontes, desde a epigrafia a outros textos, assim com a transliteração de palavras latinas para o grego, se aproxima mais daquela que foi a pronúncia do latim quando este era língua falada. Segundo essa reconstituição, quer o g quer o c nao se transformam respectivamente em j e em s antes de i e de e. Por ex. Cicero lê-se Kikero. A pronúncia restaurada é aceite entre todos os latinistas e todas as escolas que ensinam latim desde há décadas e não há qualquer controvérsia científica sobre o assunto.

António Bettencourt disse...

Já agora e para complementar:

http://pt.wikibooks.org/wiki/Latim/Fonologia

josé disse...

E acha que foi por esse fenómeno que ouvimos o que ouvimos ( quem ouviu, claro...)?

E seria a pronúncia antiga de angelus, o equivalente a anguelus?

Permito-me duvidar, porque na verdade estudei assim e a minha gramática e selecta assim o indicam, sem qualquer referência a qualquer antiga fonologia.

António Bettencourt disse...

Porque as gramáticas e selectas que tem são provavelmente anteriores ao estudo a adopção da pronuncia restaurada. Mas cá por mim, duvide do que quiser. Já agora, só um pequeno detalhe: está a falar com um professor de Latim.

josé disse...

Não duvido do que disse. Duvido apenas do que a locutora disse e como disse...

A minha gramática suponho ser dos anos 40 e do ensino ministrado nos seminários.

josé disse...

O dicionário, esse, é mesmo mais antigo.

E tem as duas palavras: angelus e angellus. Um anjo e um cantinho...ahahah.

António Bettencourt disse...

Não sei, José, repare que o mais lógico seria a locutora dizer angelus (com j) por ser esta a pronúncia mais próxima do português. Ate pode ser que a senhora saiba umas raspas de Latim. Mas vai-se lá saber...

António Bettencourt disse...

Agora que há coisas bem esquisitas na pronuncia restaurada, lá isso há. Como por ex. o v ler-se sempre como se fosse um u. Via diz-se uia, é pavoroso!

josé disse...

Exactamente...e foi por isso que comentei, até porque a mesma me parece atrevida nas perguntas que faz e denota ignorância, por vezes. Costumava ver o programa que tinha como convidados Pina Moura e Borges de Macedo e reparei várias vezes nisso.
Até nem é das piores ( parece que senhora dona Judite, professora de jornalismo luso se acha o máximo no panorama nacional do dito).
E por aqui também não asseguro sempre a qualidade impoluta da escrita ortodoxa porque me engano, escrevo depressa, coloco mal as vírgulas, muitas vezez, etc. etc.

Mas...é assim: sempre que noto um daqueles gatos que me parecem de rabo felpudo vejo logo o argueiro, apesar da trave que às vezes me impede de ver melhor...

zazie disse...

Claro que a burra não sabe nada de latim e essa mania da pronúncia restaurada é uma moda que também existe em relação ao grego clássico.

Mas é uma bizantinice sem o menor sustentáculo, uma vez que não existem gravações da época.

Sabe-se lá se pronunciavam "Kikero".

Eu também aprendi como o José e agora qualquer palerma acha que sabe o sotaque certo da época.

zazie disse...

Professores de latim e grego também eu tive, numa altura em que se sabia a sério.

E nunca estes novos greco-latinos conseguiram justificar essa suposta pronuncia restaurada que acaba por tornar latim e grego com a mesma pronúncia.

No grego restaurado também dizem que é igual.

E quem diz nem precisa de ter estudado grego ou latim- decorou a novidade para poder corrigir quem estudou mesmo grego e latim

ehehehehe

António Bettencourt disse...

A pronúncia restaurada do latim está mais do que cientificamente comprovada, é usada em todas as escolas no mundo inteiro e não é objecto de qualquer controvérsia.

Em relação ao grego as questões são totalmente diferentes.

Mas a Zazie é que sabe e até estudou quando se sabia a sério, agora só se sabe a brincar.

E palerma é a senhora a querer negar algo que está mais do que comprovado.

Eis tas korakas para si.

zazie disse...

Olha, tolinho, conta lá como é que se conseguiu provar como falavam pessoas em época em que não havia registos de gravação das vozes.

Vá, explica lá essa porque eu estou fartinha de apanhar com patapoufs a repetirem isto sem nunca se terem interrogado acerca da hipotética conjectura.

zazie disse...

Conta lá, já que sabes tanto, como se acentuavam as palavras em grego.

Vá, força. Mantinham todas a mesma acentuação na mesma sílaba?

E sabe-se isso através de quê?

Será da música?


Eu estudei com a Leonor Buescu.

E tu?

Floriano Mongo disse...


««« com estas políticas "neo-liberais" ainda vamos regressar ao tempo da mortalidade infantil acima da média europeia e outros índices perigosos para o bem estar social.»»»


Jorge Coelho, socialista e construtor civil do Portugal-Maravilha, avisando que ao contrário das políticas neo-liberais, só as políticas da gastança criminosa trouxeram riqueza, progresso e recordes nos índices de bem estar social, assim como tantas outras coisas boas que este governo encontrou quando tomou posse.

zazie disse...

O imbecil diz que "está mais que comprovada".

Como é que pode estar mais que comprovada uma fala sem registos de gravação?

Há cada papagaio à solta que mete dó.

Deve ser efeito dos dois tt no Betão-curto.

António Bettencourt disse...

Através da análise e crítica de textos. Sabe o que é? Não sabe de certeza. Sabe alguma coisa de linguística histórica?

Compreendo que isso seja uma coisa que não cabe na sua pequena cabecinha.

Como é que sabe que Portugal chegou a Índia? Viu algum filme da época?

Zazie, vai atacar no metro, de onde nunca devias ter saído.

José disse...

Sobre tais coisas da fonologia antiga não discuto porque não sei.

O que sei já o expliquei. E disse mais: que a pronúncia moderna do antigo latim não me parece nada de aprendido pela dita cuja em relação à qual escrevi o postal.
Mas até posso estar enganado.

José disse...

Já agora: o dicionário de Latim-Português que tenho é de Francisco Torrinha, edição de 1937. E tem uma data escrita pelo meu pai, num local: Braga, 14/II/941.

Tempo da II Guerra...

Entretanto, nos anos sessenta, esse mesmo dicionário serviu ainda um actual jornalista da antiga Capital: Cunha Meira.

António Bettencourt disse...

Também tenho esse José, mas só o usei quando estudei Latim no ensino secundário.

Na Faculdade usávamos o Gaffiot e sobretudo o monumental Oxford Latin Dictionary.

zazie disse...

Estwe tipo é parvo.

Ele que explique como é que souberam que se pronunciava assim.

Porque o sujeitinho é impinado mas faz comparações idiotas e não fui eu que vim para aqui cagar de alto nem medir estudos.

Portanto, o gajo que se limite a explicar aquilo que afirma que está universalmente tido como verdade e "comprovado".

Mais nada.

zazie disse...

O animal acha que saber-se como os romanos pronunciavam as palavras é uma questão da mesma ordem de se saber como se descobriu o caminho marítimo para ìndia.

Com isto prova apenas que é um emproado estúpido.

E, não são os estudos que tiram a burrice com que se nasce.

Kaiser Soze disse...

É muito divertido.
Não é só o Herman o perito em "tudologia", parece mais um mal nacional.

António Bettencourt disse...

Irra, cada coisa que a gente atura!
Longe de imaginar qual seja o móbil
Da perseguição de certa criatura
Egrégia candidata ao prémio ignóbil
Forçando, em cada texto, perjura
Ousada, tola, mal formada e tosca
Navega como perniciosa mosca
Expelindo matéria podre que enoja
A maior cretina do portadaloja.

(poeta anónimo do séc. V a.C.)

Pronto, agora traduz para grego e não te esqueças de deslocar o acento quando a última sílaba for longa. Se tiveres dúvidas, telefona à Buescu.

zazie disse...

"Através da análise crítica de textos".

Olha o esperto. E que análise foi essa que se fez e que nunca se tinha feito, de modo a dar o sotaque de gente que morreu há séculos?

E, por que diabo, pronunciariam eles de forma absolutamente diferente dos seus descentes.

O tosquito que responda, já que é tão letrado e insulta mais depressa que o que explica.

zazie disse...

Eu topo patapoufs à distância.

E sei que isto é uma moda aparvalhada.

Até a Bomba Inteligente papagueava a treta mas também não sabia a razão.

E mais, já apanhei com gente que nunca na vida estudaram latim ou grego que também acham que com esta boutade estão a testar os outros.

zazie disse...

Um deles foi o Almeida Faria.

Um grande patapouf que de latim ou grego nada pesca mas que também sabia esta novidade da pronúncia.

zazie disse...

"telefona à Buescu".

O ignorante nem sabe quem foi a Leonor Buescu que já morreu há muitos anos.

António Bettencourt disse...

Só agora é que reparei na questão dos dois tt do meu nome.

A sério, Zazie, incomoda-te? Houve algum Bettencourt que não te vaselinou convenientemente e por isso doeu muito?

Temos pena!

zazie disse...

Eu não disse que o tipo é um grunho armado aos cágados.


ahahahahaha

É grunho e há-de ser tanto professor de latim quanto eu de geometria analítica

":O))))))

zazie disse...

O palerma também se chama José Batista quando cita os mesmos versos no reino da macacada


http://dererummundi.blogspot.pt/2013/01/ciencia-e-poder.html

António Bettencourt disse...

Ui, é mesmo uma questão de vaselina, está visto.

António Bettencourt disse...

O Zazie, fofinha, responde-me só a uma perguntinha: se a pronuncia restaurada é assim tão treta, porque é que foi adoptada em todas as escolas e universidades do mundo inteiro? Será que é por não te terem consultado previamente? Ah, e já agora, a Buescu também a usava. Se foste mesmo aluna dela deves saber.

Carlos disse...

Estou sentado...

zazie disse...

Ao colo dele?

zazie disse...

A Buescu não usava nada disso porque nem se falava nessa pronúncia na altura.

E dizem o mesmo para o latim que dizem para o grego.

Até pode andar perto da verdade mas a piada está em todos descorarem isto e nenhum saber explicar como se chegou a essa hipótese.

zazie disse...

O primeiro a quem ouvi o interrogatório foi ao Faria de Almeida.

Que nunca na vida estudou nem grego nem latim mas gostava sempre de dar o seu ar.

E deu o mesmíssimo exemplo do Kikero- como sendo a pronúncia em grego antigo.

O Keiser também, já agora, que tinha mais piada dar-se esse exemplo.

zazie disse...

Almeida Faria

eheheheh

António Bettencourt disse...

Mas eu já expliquei, foi pela análise de textos de várias fontes.

Por exemplo com a transliteração de nomes próprios latinos em textos gregos e de outras línguas do mediterrâneo, nomes de cidades, etc.

Aí verificou-se, por ex. que nomes como Cicero ou Caesar apareciam transcritam não com o som s mas com o som c, o mesmo vale para os outros sons. Foi assim que se chegou à pronúncia restaurada, através de análise e crítica de milhares de textos antigos de várias língua. Para além disso, utilizou-se o método da fonética histórica (sabe o que é?).

Isto são só breves exemplos.

Como compreenderá não é aqui num quadradinho que eu lhe vou explicar todos os processos envolvidos na pronúncia restaurada do latim.

Mas vale a pena argumentar com a ignorância? Não vale. Fique na sua.

zazie disse...

Mas isso não tem lógica alguma porque é a mesma explicação que se dá para a alteração da pronúncia do grego.

Então grego e latim pronunciavam-se da mesma.

E depois alteraram tudo e passaram a pronunciar diferente, tal como no latim popular?

A explicação não pode ser essa.

Sei que, mesmo para se estudar a fonética do grego arcaico é muito difícil porque a acentuação tinha a ver com a métrica das frases- tal como na poesia.

Uma palavra era acentuada, de acordo com a se seguia. E isso só foi possível entender por exemplos musicais.

Portanto, como é mais que óbvio, se latim e grego se falavam de modo diferente do que o Erasmo estabeleceu, tal não pode ter sido depreendido por textos gregos ou outros que, como é óbvio, adtptariam a fonética à sua.

O que eu sei é que os romanos do final do Império gostavam de falar grego. Para darem ares.

Na volta, os tempos não mudam assim tanto.

António Bettencourt disse...

Que confusão, Zazie, confunde acentuação com pronúncia de sons, o latim com o grego, quando não tem nada que ver um coisa com a outra.

Veja lá se entende: a dado momento os estudiosos de latim tentaram chegar a uma pronúncia que fosse o mais próximo possível da pronúncia do latim clássico (séc.I a.C.)

Deste modo, empreenderam estudos comparativos entre várias línguas, debruçando-se sobretudo nos empréstimos, estrangeirismos, nomes de pessoas, nomes de cidades latinos, etc.

Ao verificarem como esses nomes estavam escritos nas línguas de chegada e cruzando essas informações com as leis da fonética histórica, chegaram a uma pronúncia que é o mais próximo possível daquela que teria sido a do latim clássico.

O grego é todo um outro problema. A fonética do grego, incluindo a sua acentuação, nunca esteve em causa naquilo que tenho vindo a dizer. A Zazie é que desde o início quer meter o grego na questão só porque em tempos idos estudou umas raspas de grego.

Quando diz que começaram a pronunciar diferente, sim, claro que começaram a pronunciar diferente, a língua evolui. Ou acha que o português que falamos hoje tem a mesma fonética que o português da Idade Média, por ex.

As línguas evoluem foneticamente e são influenciadas por vários factores como as línguas de substracto, de adstracto, etc.

Agora que há coisas na pronúncia restaurada que eu também acho estranhas, lá isso há. Já referi anteriormente o caso do V que se transforma em u, por exemplo.

António Bettencourt disse...

Só para as coisas ficarem um pouco mais claras em relação à evolução fonética. O que acontece é que às tantas o latim convive lado a lado com a línguas romance ou novilatinas.

Paulatinamente, as fonéticas das línguas romance começam a ser usadas na pronúncia do latim. Coisa que já vinha aliás do latim vulgar.

Aquilo que se chama hoje a pronúncia tradicional (a da Igreja) é uma adaptação da pronúncia do italiano ao latim que depois se normalizou e passou a ser utilizada, ainda que com variantes, mais ou menos por todo o mundo cristão.

zazie disse...

Sim, isso até se pode ler numa busca no Google.

Mas, em nada explica, como descobriram que afinal o latim e o grego tinha a mesma pronúncia.

zazie disse...

Como é óbvio, os grandes latinistas não apareceram agora, ainda por cima em países anglo-saxónicos.

Donde, toda a gente que conta isso não sabe o motivo mas dá ares.

Fica sempre bem dizer-se que se é latinista e que até a analfabeta da locutora sabe a pronúncia original do tempo do Cícero.

zazie disse...

Por falar nisso,

ainda ontem revi o que o Shlegel dizia a propósito da origem da palavra "romântico".

Também era fruto do latim antigo e do tedesco

ahahahahahahah

zazie disse...

Se há coisa que menos evoluiu é a fonética.

É ver como o povo do norte ainda tem a pronúncia meio latina.

Os sotaques não mudam.

É mais fácil mudar a escrita que a fala.

zazie disse...

Olha, ó imbecil.

Eu não tenho de dar ares de nada e tenho um blogue, o Cocanha, para se aferir o que sei e o que não sei.

Já tu, sim, vens para aqui dar ares e até copias o que outros, com outro nome, debitaram noutros blogues.

Quando digo que estudei é porque estudei.

Tive dois anos de latim e grego. Ponto final. E estudei com a Buescu.

Ponto final. Tenho pó a gente que caga de alto mas não sou mentirosa.

António Bettencourt disse...

Bem, querida Zazie, continuas a dizer parvoíces e querer dizer que o latim e o grego têm pronúncias iguais, coisa que eu nunca disse mas que tu assim queres entender.

Queres mais explicações, 50€ à hora e é por ser para ti.

Se não fosses velha e burra e certamente feia como os trovões ainda te aceitava pagamento em géneros. Assim, estamos conversados.

zazie disse...

Tu, é que não és professor de latim em parte alguma porque és mais um idiota do umbigo do outro.

És prof de liceu. Ponto final. E nem entendes corno disto porque nem percebeste que também se diz que a pronúncia do grego arcaico era igualzinha ao que se diz do latim.

O C a valer por K, por exemplo.

zazie disse...

Vai lá para a sala de profs conversar com as galinhas que eu de profs o que mais quero é distância.

Esses cabrões bloquearam-me o Cocanha por mero despeito.

zazie disse...

Profs da blogo são uma praga.

zazie disse...

Rabeta do caraças.

Vai lá dar colo ao Carlinhos que esse é que pediu.

zazie disse...

Professor de latim.

Grande palhaço. O António Bettencourt que é prof de Latim na C+S da Merdaleja.

José disse...

Bem,já que se gerou discussão, mesmo apimentada pelo uso de retórica própria, resta um aspecto positivo da mesma: a moda de repescar o uso do latim supostamente antigo e com retoma de uma putativa pronúncia primitiva, terá começado onde e quando?

Anyone knows ou é apenas guess work?

António Bettencourt disse...

José, a primeira obra a tratar do assunto data de 1819 mas na época não teve grande impacto. Mas subitamente os grandes latinistas do início do séc. XX, depois de estudarem com mais atenção a fundamentação científica, adoptaram a pronuncia restaurada. Depois depende dos países. Por ex. em Inglaterra foi adoptada em 1907., Na Alemanha, por volta de 1900. Em Portugal foi muitíssimo mais tarde.

José disse...

Humm...agora que tento recordar as aulas com o "Pipa", um abade rotundo, já falecido e que fumava como uma chaminé ( às escondidas dos alunos, sempre) não me lembro de se ter falado nisso. Mas a tradição naqueles sítios foi sempre o que era. Por isso mesmo, provavelmente, terei ouvido falar outros mas não dei atenção e fiquei sempre com a sensação que aquela era a pronúncia "certa".

Estamos sempre a aprender e tive quatro anos de Selecta latina e gramática...

José disse...

Obrigado pela lição.

António Bettencourt disse...

José, nas instituições da Igreja a pronuncia restaurada nunca entrou.

Até porque, entre outras coisas, causa grandes problemas na métrica do canto gregoriano.

zazie disse...

Quais são as fontes?

Que obra é essa de 1819 e que obra é a outra de 1907 em Inglaterra.

António Bettencourt disse...

K.L. Schneider, Elementarlehre der Lateinischen Sprache, 1819.

Em Inglaterra não é obra nenhuma, é a data em que a pronúncia restaurada começou a ser usada nas escolas inglesas.

zazie disse...

Ok.

Esse vem na Wikipédia.

Mas este artigo é mais engraçado e deve interessar ao José.

(Isto com ateus é pior que ensinar o Padre Nosso ao vigário).

http://www.uc.pt/fluc/eclassicos/publicacoes/ficheiros/humanitas01/03_Branco.pdf

josé disse...

Já li uma parte e escreve-se lá que o erro é considerar que o latim foi sempre o mesmo, quando ao longo dos séculos se modificou e portanto a pronúncia não pode ser a mesma, agora, ainda que a tal antiga.
Por uma razão, diz o autor:

"A boa norma para a solução deste problema está logicamente na justeza de relação entre o latim a ler a pronúncia que lhe é própria. "

E diz mais: "para o latim clássico o assunto está resolvido, pelo menos nos pontos fundamentais.
E como proceder para o restante, isto é, para o latim que antecede a época clássica e para o que vai desde essa época até à actualidade? "


Assim, para quem defenda que a pronúncia restaurada é a que é válida, para todas as épocas, coloca-se o problema da autenticidade e assim incorre-se no mesmo erro, o de pronunciar à moda do latim clássico, do auge de Roma, palavras que já são de outra época em que a pronúncia já não era aquela...

Logo, temos tema.

zazie disse...

Pois é.

Mas é engraçado que por cá até apareceu bem cedo. Em 1910, pelo P.e Ribeiro de Vasconcelos, a quem se deve excelentes estudos conimbricenses.

António Bettencourt disse...

Como eu sempre disse, a pronúncia restaurada é uma aproximação ao latim da chamada época clássica da cultura latina, ou seja o séc. I a.C. Só que esta se generalizou nas escolas porque geralmente os autores que se estudam são os desta época em que o latim é considerado "mais puro" ou mais "perfeito". Só posteriormente se estudam os autores arcaicos, como Plauto, por ex., e os tardios.

zazie disse...

E o facto dos eruditos romanos falarem grego deve influenciar aquilo que eu disse de início.

Esta pronúncia restaurada é muito parecida com o grego.

António Bettencourt disse...

Zazie, está a confundir as coisas, a pronuncia não é parecida. O que acontece é que os fenómenos fonéticos obedecem a leis iguais. Por ex. o som k nunca se pode transformar no som l, seja em que língua for, seja da passagem do grego arcaico ao grego clássico, seja do latim ao português, seja que língua for. As semelhanças que encontra entre o latim e grego são de duas naturezas: esta das leis dos fenómenos fonéticos e de o facto de latim e grego terem como origem uma língua comum que é o chamado indo-europeu.

António Bettencourt disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
António Bettencourt disse...

Aliás reformulo o que disse antes, a pronuncia restaurada torna de facto o som do latim ais próximo do grego, mas isso nada tem que ver com o facto de os eruditos romanos falarem grego mas com razões linguísticas mais profundas que são as que refiro.

zazie disse...

Mas que latim e que grego?

Havia latim erudito e latim popular. E depois houve o koiné helenístico.

Na volta, v. que é professor de latim, ainda sabe menos disto que eu.

zazie disse...

V. fala em latim clássico e nem explica se se refere ao sermo urbanus ou ao sermo plebeius.

E o primeiro tinha construção de frases e acentuação musical como o grego erudito.

Mas, na época helenística, o que se falava era koiné.

zazie disse...

E o eruditos romanos, mais antigos não falavam grego. Pelo contrário, insistiam no latim. Depois, no helenismo é que se inverte a situação.

Portanto, por aqui ninguém sabe nada.

A ver se aparece o hajpachorra para meter ordem nesta historieta

":O))))))

António Bettencourt disse...

Voltamos ao insulto e à estupidez?

Pronto, já sabemos, vc é muito erudita, até sabe que houve um latim popular e erudito e uma koiné helenística. Até estudou dois anos de latim e grego

Ahahahaha dois anos!

Continua a querer dar a volta ao texto para tentar provar que é a inteligente e os outros são os burros.

O que é que o latim popular ou erudito e a koiné tem que ver aqui com o caso? É só para se exibir, mais nada.

O que a zazizinha não está habituada é que lhe dêem troco à altura. Geralmente as pessoas desistem perante sua ignorância atrevida.

zazie disse...

E eu só sei estas coisas por via do Paul Veyne.

António Bettencourt disse...

"Os eruditos romanos mais antigos não falavam grego".

A sério? Por acaso leu o teatro grego da época arcaica? Sabe o que foi a Magna Grécia e a influência que teve sobre a cultura romana?

zazie disse...

V. devia era ter vergonha de fazer luxo na ignorãncia

Eu não sei. Mas não ando a fazer figurinhas a dizer que sou professora de latim.

E o que escrevi nem foi inventado por mim. É da auroria do Paul Veyne.

V. vai à wikipédia e aos ateus militantes do reino da macacada mas não passa de um charlatão.

António Bettencourt disse...

Ui, não se abespinhe. Olhe que isso na sua idade pode causar algum AVC.

zazie disse...

Olha, palhaço, vai dar banho ao cão ou lê a História da Vida Privada porque tu não sabes corno de nada.

De nada. Vieste para aqui armado aos cágados a corrigir o José só para inventares que eras prof de latim.

zazie disse...

Agora deu em púbere, o palerma que anda na blogo a falar que nem um Matusalem

":O)))))

António Bettencourt disse...

Xiii, já vamos na História da Vida Privada. Que intelectual me saíste.

Queres que eu dispare aqui também uma data de bibliografia para a tua ilustração?

Tenho mas é mais que fazer.

Mas olha, confesso que até gostei do nosso diálogo sobre a pronúncia restaurada. Há muito tempo que não assistia a alguém a passar a si próprio um atestado de burrice tão grande assim em público.

zazie disse...

Se há coisa que topo à distância é um charlatão.

E este foi fácil de caçar. Bastou copy paste e dar com aqueles falsos versos escritos pelo outro ateu militante do reino da macada.

Nem isso conseguiu inventar. O resto é wikipédia e tricas de sala de profs.

zazie disse...

Pois, está bem. Se julgas que passas por prof de latim a chamar-me ignorante, bem podes enfiar uma saca de batatas pela cabeçorrra abaixo

ahahahahah

Grande idiota.

António Bettencourt disse...

Conta-me lá, aprendeste esses truques todos nos dois anos de latim e grego que fizeste?

Decoraste assim ideias vagas,umas coisas gerais, para impressionares o povo do blog?

O teu ridículo vai ao ponte de dizeres que o Almeida Faria nunca estudou latim e grego. Um homem formado em Filosofia ahahaha

António Bettencourt disse...

Olha lá, esse teu ódio aos professores é assim do género como o que tens com os dois tt do meu nome? Um problema de lubrificação?

Rui Diniz disse...

Até que enfim que alguém mete esta gaja na ordem fogo. Arrogante do caraças.

zazie disse...

Estão bem uns para os outros.

Este palhaço nem se enxerga e nem percebe que basta ir ao Google para se tirar a prova que é um um cagão charlatão.

zazie disse...

O chaparro sabia tanto do latim restaurado e nem sabia que em Portugal foi mesmo introduzido em 1910 pelo Garcia de Vasconcelos.

Logo um padre, coisa que lhe estraga o ateísmo militante porque queria era vender que foi a Igreja que se opôs a isso.

António Bettencourt disse...

Ó Zazizinha, querida, vocemecê não atinge mesmo pois não?

Será que não entende que aqui toda a gente percebe a sua táctica: primeiro começa por atacar o seu interlocutor, tentando desvalorizá-lo, depois segue a técnica da conversa lateral.

Eu explico-lhe: a Zazizinha nunca debate nada, não tem uma única ideia na cabecinha, a única coisa que faz é insultar introduzir novos dados na conversa para nunca ter que debater o cerne da questão. Vai metendo autores, vai metendo conceitos, pensando que assim se mostra culta e inteligente, mas apenas consegue demonstrar que não sabe debater um assunto e que não tem uma única ideia sobre coisíssima nenhuma.

É a técnica típica da dona de casa que leu uns livrinhos e meia fotocópia e ficou com pretensões a gente culta.

Basta recuar nos comentários e ver que, sobre a discussão da pronúncia restaurada do latim, a Zazizinha nada disse a não ser insultos ou ir buscar coisas que nada têm que ver com o assunto em discussão mas que estão lá no seu neurónio coladas com cuspo, jamais debatendo seja o que for.

Não acredito que seja isto que aprendeu com a professora Buescu nesses dois anos de latim e grego que estudou.

Veja lá o meu diálogo com o José e aprenda alguma coisa: o José colocou as suas questões, as suas dúvidas, contrapôs alguns argumentos e acabou por agradecer o diálogo que teve comigo e, é claro, que eu agradeço também o interesse com que ele me leu e a forma civilizada como debateu comigo. É isto que fazem duas pessoas inteligentes, sabe?

A Zazizinha não quer nada disto, como no fundo, bem lá no fundinho, sabe que é uma nulidade, defende-se atacando logo de início e de forma pessoal o interlocutor, pensando que assim se valoriza. Que triste panorama mental o seu!

Eu compreendo muito bem que o De Rerum Natura a irrite tanto. Afinal escrevem ali alguns dos maiores cientistas de Portugal, coisa que a chateia muito porque não tem capacidade para compreender ou acompanhar o que ali se passa. Aliás, foi por isso que lá fui buscar o poema. Ou acha que eu me dia dar ao trabalho de lhe escrever um poema? Uma adaptação é mais que suficiente.

Termino com um conselho: em vez de andar por aí a cagar sentenças, dedique-se à costura, ao crochet e a fazer malha, actividades muito mais de acordo com a sua diminuta inteligência e cultura.

E pronto, agora escreva lá 50 mensagens a chamar-me patapouf, a repetir como um papagaio que não sou prof. de latim, a mandar-me ir para a sala dos professores, a dizer que eu vou à wikipédia e outras imbecilidades que passa a vida a blaterar.

zazie disse...

Vai levar na peida.

nem li.

zazie disse...

WE são caralhos destes professores.

O animal julga que mais ninguém é capaz de tirar a puta de um curseco superior.

Como deve ter sido o único na família capaz de tamanha proeza, insulta a inteligência dos outros a querer fazer passar-se pelo que não é.

Chegou aqui e largou a imbecilidade para o José "É que está a falar com um professor de latim".

O grande imbecil que acha que alguém ia acreditar que o idiota é professor de filosofia debaixo de chaparro

ahahaha

E depois, como só meteu os cascos pelas patas e nem na wikipédia conseguiu copiar nada de jeito, rabiou que nem uma bicha por eu lhe ter mostrado a careca.

O que eu sou nem vem ao caso, sou e sempre fui a zazienometro e em 10 anos de blogo nunca, em parte alguma, andei a puxar de galões ou armada aos cágados.

Tenho Cocanha para estes chaparros irem lá roubar textos e fazerem mestrados com eles.

E já não é o primeiro, nem segundo que os aproveita para impingir a outros idiotas que também os vendem nas faculdades.

zazie disse...

Os maiores cientistas do Reino da Macacada, realmente é mesmo isso que escreve nos ateus militantes.

E este imbecil até escreveu por lá que a Ciência é uma coisa séria e não é como essa imbecilidade de palavras caras, chamada Filosofia.

Só uma besta podia escrever isto.

A Filosofia não tem culpa que outros idiotas como o Murcho se façam passar pelo que também não são, nem nunca serão- filósofos.

São imbecis neopositivistas e ateus militantes que valem zero intelectualmente.

zazie disse...

Os maiores cientistas do Reino da Macacada, realmente é mesmo isso que escreve nos ateus militantes.

E este imbecil até escreveu por lá que a Ciência é uma coisa séria e não é como essa imbecilidade de palavras caras, chamada Filosofia.

Só uma besta podia escrever isto.

A Filosofia não tem culpa que outros idiotas como o Murcho se façam passar pelo que também não são, nem nunca serão- filósofos.

São imbecis neopositivistas e ateus militantes que valem zero intelectualmente.

zazie disse...

Fogo, sempre que vejo isto só posso dar graças a Deus por não ter de aturar profs do Estado.

Gentinha mais reles e mais pretensiosa não existe.

zazie disse...

São estes que se suicidam por chegarem aos 50 anos e não suportarem o stress da actualização.

São estes a base de apoio de tudo o que oferece mais mama.

E depois andam com aquelas cartas que são um verdadeiro insulto a quem tem mesmo problemas de sobrevivência a chorarem baba e ranho por serem uns mouros de trabalho que nem tempo têm para inseminações artificiais, quanto mais para uma boa foda que é lhes faz falta.

zazie disse...

Mas assim é uma maravilha, estrebucham, desmascaram-se, estatelam-se ao comprido e basta clicar no url para desaparecerem.

António Bettencourt disse...

Zazizinha, és tão feia, deves ter uma vida tão feia. Só isso pode justificar tanto ódio. Afinal até tenho pena de ti, não passas de uma frustrada.

zazie disse...

Óh grande idiota, conta lá como é que sabes o que sou fisicamente, já que até sabes que eu sou dona-de-casa e nunca estudei na vida.

Na volta estás a projectar e eu não tenho culpa do que tens em casa.

zazie disse...

Bem que te estatelaste ao comprido.

Foi uma chatice teres vindo aqui com essa do "está a falar com um professor de latim".

É que eu tenho um prazer especial em fazer desinchar palermas e, quando me cheira a falsário é porque há falsário.

António Bettencourt disse...

Tardinha, foste desmascarada nos teus métodos e na tua burrice e agora estás fula. Oh que pena! Toma sais de fruto.

António Bettencourt disse...

"Tenho Cocanha para estes chaparros irem lá roubar textos e fazerem mestrados com eles."

Esta é de se lhe tirar o chapéu, Só para ler isto já valeu a pena.

Serão mestrados ou menstruados?

zazie disse...

Tu lá sabes se também estás com o período.

Na volta, com tanta galináceo à volta, os poucos homens que existem nas salas de prof, ou ficam soja, ou menstruam.

zazie disse...

Desmascarada em quê, pascácio?

Eu acaso me armei em besta, como tu.

Apenas topei que és um charlatão e deixei aqui links com textos que mostram que nem o mais básico tu sabes.

Nos entretantos, bem te esforçaste em copy paste da wikipédia.

Depois, como não tinhas mais nada com que te defenderes, fizeste a rábula de chamar burro e analfabeto aos outros, a ver se, com isso passavas pelo que não és.

zazie disse...

V.s vivem rodeados de galinhas e depois imaginam que tudo o que é mulher é igual a essas pascácias das cartinhas do choradinho de baba e ranho e blogues de achaques e afrontamentos poéticos.

António Bettencourt disse...

Há muito tempo que não ria tanto. Foram uns dias divertidos.

Mas agora já chega de aturar histéricas com a mania que são intelectuais.

Não te esqueças: croché, costura e malha.

Adeusinho e boa sorte com o teu blog dos mestrados.

zazie disse...

Mestrados da farinha Amparo, vendidos por chaparros que se dizem profs de Filosofia.

Vai lá fazer queixa ao umbigo do outro e mais ao maior cientista de Portugal- o palerma do Fiolhais que não passa de um divulgador

ahjahahahahhahaha

zazie disse...

De latim, de latim. Prof de latim na C+S de Beja

ahahahahahahah


Filosofia é uma treta sem Ciência nenhuma lá dentro, não, ó madeirense de trampa.

zazie disse...

«A fazer-me lembrar algumas discussões que tive na FLUL com colegas de Filosofia. Nunca consegui fazer uma amizade e ou ter o mínimo respeito intelectual por tal gente.»

Um imbecil que escreve isto devia andar de saca de batatas enfiada pela cabeça abaixo.

zazie disse...

http://combustoes.blogspot.pt/2012/06/exaltacao-do-autoditatismo.html?showComment=1341101256990#c2534879159683663227

naoseiquenome usar disse...

Tanta coisa por causa do "Anguelus" e não Ân(d)gelus...
Pois parece-me que o nova Papa vai abolir qualquer significância à palavra. Já só fala em italiano, e mantém os mínimos de latim e de grego. Ou seja: Lá se vão os ritos, a liturgia e a ânsia por missas em latim:) - (já agora, também lá se vai a figura de Papa, mas adiante).
Mas, já agora: um prof. do secundário não pode ser prof. de latim? Eu também tive latim (apenas)no secundário, dado, claro está, por profs. do secundário... ele há cada preconceito!!! ... è como a crítica(porque sim) aos voluntários. Ainda por cima "in casu", julgo que mais abaixo, a um curso de Direito, tirado em Coimbra, em que nunca houve regime nocturno e em que as exigências eram as mesmíssimas ou maiores que para os "ordinários", que, por sua vez, não iam às aulas. ai, ai, ai.

naoseiquenome usar disse...

Ah: Já agora uma coisa "gira" para dissecar seria os "bonecos" que quiseram mediatizar, apresentando se nos media, passe a redundância, (ontem SICN), como concorrentes a vice presidência do CSM ... (Um já ganhou:))