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segunda-feira, 29 de abril de 2013

O princípio da igualdade de tratamento...

 Sol:

"Rui Verde entregou uma participação ao Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa para pedir a anulação da licenciatura em Engenharia Civil de José Sócrates pela Universidade Independente, alegando que o caso é em tudo semelhante ao de Miguel Relvas e pedindo tratamento igual para o ex-primeiro-ministro.
Na participação a que o SOL teve acesso, Rui Verde explica que, ao ler a fundamentação do relatório da Inspecção-Geral de Educação e Ciência (IGEC) que propôs a nulidade da licenciatura de Relvas, "rapidamente se vê que a factualidade descrita é demasiado similar com a ocorrida com José Sócrates de Carvalho Pinto de Sousa na Universidade Independente".
Além disso, sustenta o antigo vice-reitor da Independente, "também o enquadramento jurídico-administrativo da Universidade Lusófona é idêntico ao da Universidade Independente".
Aquele que é apontado pelo Ministério Público como um dos principais responsáveis pela falência da antiga universidade privada conclui, por isso, que situações idênticas devem ser tratadas de maneira semelhante e vem pedir ao Tribunal que instaure uma acção pública para declaração de nulidade da licenciatura de Sócrates.
Para defender esta posição, Rui Verde recorda o que diz ser o historial do grau obtido pelo ex-primeiro-ministro, lembrando que também ele teve direito a equivalências dadas por um órgão alegadamente sem competências para tal.
"O processo de equivalências foi preenchido manualmente por uma funcionária da secretaria e não está assinado. Não intervém qualquer Conselho ou órgão competente para a concessão de equivalências", lê-se na participação assinada por Rui Verde, que é um dos principais arguidos no caso Independente e cuja ex-mulher, juíza, já foi condenada num outro processo sobre os mesmos factos.
Uma das testemunhas agora arroladas por Rui Verde é Eurico Calado, que à data era responsável pela cadeira de Inglês Técnico e que já afirmou anteriormente em Tribunal que "não teve conhecimento de qualquer facto ligado à passagem de José Sócrates na Universidade", apesar de ser a pessoa que "superintendia as equivalências".
De resto, Rui Verde socorre-se de outras testemunhas que já depuseram no caso da Independente para defender a ideia de que houve irregularidades na licenciatura de José Sócrates: "Bruno Silva foi o responsável pela administração escolar da universidade desde 1995, o departamento encarregue do expediente académico como equivalências. Disse, debaixo de juramento no processo supra mencionado, em 12-12-2011 desconhecer qualquer procedimento relativo ao aluno José Sócrates, nunca viu equivalências ou pautas".
E, à semelhança do que concluiu a IGEC em relação a Miguel Relvas, Rui Verde sublinha o facto de Sócrates ter sido avaliado de forma diferente do que os restantes alunos inscritos numa mesma cadeira, neste caso Inglês Técnico.
"A metodologia utilizada não estava de acordo com a utilizada com os restantes alunos", frisa o ex-vice-reitor da Lusófona, que já escreveu um livro sobre a licenciatura de Sócrates, alegando que o processo deveria ser reaberto – algo que Cândida Almeida recusou – por alegadamente o DCIAP (Departamento Central de Investigação e Acção Penal) não ter tido acesso aos documentos reais sobre o curso do ex-dirigente socialista."

9 comentários:

Floribundus disse...

ainda ontem nomeei o Prof Palma Carlos (Pai) como um dos maçons Honestos do Golu, antes da chegada da rataria.
Havia mais: Raul Rego, Simões Coimbra, Adão e Silva, Rodrigues dos Santos, António Abrantes Mendes, Oliveira Marques, Coronel Repas, etc

esta rataria de saloios sem nível queria ter um 'canudo' para superar todas as suas deficiências intelectuais e morais.
lembram a vaidade e culto da personalidade dos auto-barões, condes ... do séc. xix

'foge cão que te fazem barão ....'

ainda à solta demasiado lixo humano na política ... 'e não só'

Naumdinho disse...

Ganda Floribundus és uma enciclopedia autentica com notas laterais dignas de um Eça de Queirós.Há um gajo das barracas que vos adora!Não me menosprezem pois é sempre preciso alguém para vos arranjar os canos e cortar a relva.O José e a Zazie tambem são fixes,aposto que são justos nas gorjetas,o muja tambem mas é muito malcriado e acredita nos iluminati.Quando é que o lusitanea pinta a cara á comando e passa a acção!Os porcos chafurdam na lama ó José e pelos vistos só funcionam por vingança ou empurrão.O Rui Verde não era falsificador e intruja?A universidade independente foi a maior xungaria que ja se viu desde o vara á teresa guilherme e ao goucha.Não me admira que o Otelo ja se tenha retratado de ter participado em abril(via wikipedia).A judite é burra e só a consigo imaginar a ter sucesso numa pide ou numa dgs

Naumdinho disse...

Vou ver um filme do Joselito e sonhar com umas pretas angolanas,enquanto degusto uma garrafa de Teobar

mujahedin مجاهدين disse...

A tua barraca deve ser maior que a casa onde eu cresci...
Mas pronto, há os proletários que pegam na fábrica às cinco e meia da manhā, e depois há os proletários em part-time que fiscalizam os blogues da reacção pela madrugada fora...

Para comentares à uma da manhã, deves fazer o turno da tarde...

Naumdinho disse...

Se quiseres envio-te o currículo Muja.Por mais que te custe a engolir o meu 1º trabalho foi uns dias nos fardos de palha durante as ferias no Alentejo,nas obras aos 16 anos no Verão.Trabalhei depois de desistir de um curso de arqueologia em Evora,como ajudante de arqueologos em diversas zonas,em Espanha como carpinteiro de construção, como operador de maquinas na Nestlé,Hazelwood,Heinz,Bernard Matthews(UK)e restauração, e quanto a enxadas desde que regressei do estrangeiro que ocupo pequenos terrenos com hortas que cultivo,não com intuito de ficar com os terrenos para mim,mas porque gosto e parece-me bem faze-lo.Sim sou de origens burguesas mas andar em escolas publicas criou-me complexos de classe e algumas dores ao conhecer a realidade de alguns amigos que viviam em bairros camarários(Cascais).Tambem fui formatado á esquerda tanto por uma professora primaria como por familiares ligados ao setor mineiro no Alentejo,dogmaticos sim mas boa gente como voces nunca hão de conhecer.Gosto de História,artes marciais e tudo o que tenha a ver com a II guerra mundial.Tenho 33 anos e estou a tirar Engenharia de Redes Informáticas( o que me permite ficar largas horas em frente ao pc) e faço uns biscates.Ser da working class? É um mito a evitar e fiquei um pouco surdo do ouvido esquerdo além de problemas no ombro direito e antebraço.Quase que deixei de ler.Mas vou perder a ferrugem que ainda tenho.Provavelmente vou votar pc,apesar de me ver como algum tipo de anarca.Satisfeito Mujinha?

zazie disse...

Tens é 333 anos, ó fóssil comuna que vê joselito e ainda fala no "pessoal das barracas"

lusitânea disse...

Eh,Eh,Eh...

Naumdinho disse...

Tenho sim Zazie,o "pessoal das barracas" colou-se-me num comentario do floribundus que ate postei no facebook vejam la como eu apreciei este blog, sobre o Jose abel manta,estava a tentar descobrir aquela malta da imagem sem grande sucesso,foi assim que cheguei aqui.Nem sabia do jornal merda,por isso vos agradeço.O Joselito conhecei nas reruns que deram na tv nos anos 90.Mais uma que fica para a despedida,tenho Porrrtugal no meu nome e daqueles da linhagem antiga.Não como o vosso amigo eanes.E pro Lusitanea,não confundas comunismo com multiculturalidade,o povo do Leste ex comunista que conheci era do mais racista e monocultural possiveis.Multicultural é o Uk e os países nordicos.Bem hajam, beijos e abraços e menos preconceitos.

mujahedin مجاهدين disse...

Preconceitos tens tu, ó grunho. Dedica-te então aos protocolos e aos cabos CAT-5, porque disto és vêsgo que nem uma trave torta.

Vens para aqui regougar armado em defensor de quem pá? Vens para aqui insultar as pessoas a propósito de quê? Que raio sabes tu sobre a boa gente que conhecemos ou deixamos de conhecer?

Vai lá gozar a formatação que recebeste com quem a recebeste e com a tua família burguesa pascácio. Eu não recebi formatação nenhuma, não sou nenhum disco rígido. Penso pela minha cabeçinha. Não preciso de andar sempre com a liberdade na boca, para a ter na cabeça, compreendes?
E embora também tenha frequentado escolas públicas, não precisei delas para conhecer a realidade que tu descobriste nos bairros camarários de Cascais. No colégio de jesuítas que também frequentei - e que grunhos como tu deitariam abaixo mal pudessem, à conta da doutrinação vesga que receberam - havia colegas que viviam em casas de chão em terra batida e que não pagavam nada. E a gente ia lá e eles vinham às nossas. E olha que sou mais novo que tu...

E ainda me lembro da casa da minha tia nem ter casa de banho, perdida nas profundezas de Trás-os-Montes; o meu avô construiu a própria casa: desde o rachar o penedo de granito até ao assentar o telhado. Queres comparar curricula, burguês totó? Diz-me lá, sou reaccionário? Sou fascista, ó cabrão? Que culpa temos nós que tenhas ficado surdo do ouvido direito. Por dentro já o eras calhando, e continuas a sê-lo por escolha própria...

Põe-te no teu lugar, que eu não recebo lições de formatados vêsgos, nem de comunas de part-time ou anarcas de horta pedagógica.
Queres discutir, apresenta argumentos concretos e ninguém te recusa a discussão nem o debate - ao contrário dos antros dos teus kamaradas, diga-se de passagem. Aqui ninguém te censura.
Se não queres, vai então para a puta burguesa que te pariu, mais a má fé que demonstras. Que aliás é típica dos que têm a mesma trave torta atravessada nos olhos que tu tens. A tua classe é só uma: a dos otários. E não é por nascença, é por opção.