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segunda-feira, 8 de julho de 2013

O negociante Seguro


Esta imagem do Sapo, de hoje, merece um comentário. O infortunado Seguro está amarrado à politiquice como modo de sobrevivência, mai-lo Zorrinho que o complementa. Tudo o que lhe parece comentável é comentado, sempre para o mesmo lado da lógica partidária que aprendeu nas jotas e que se resume a dizer mal do adversário, mesmo que este ande bem.
Com Seguro as "negociações" nunca seriam nas costas dos portugueses. Seriam em público, em palco comicieiro e depois de ter arranjado uma gravata nova e um fatinho a condizer. A alma do negócio de Seguro é um segredo de polichinelo: incompetência, incapacidade e aparência enganadora. Diletância com voz de autoridade pífia e deslocada. Ou seja, nem para vender um carro usado, o Seguro serve.

Sempre que vejo este Seguro lembro-me desta ilustração de João Abel Manta, pouco antes de 25 de Abril de 74...tornada ícone da expressão "nacional-cançonetismo" ( parece que cunhada por João Paulo Guerra que todos os dias de manhã, na Antena Um, faz algo muito trabalhoso: ler os cabeçalhos das notícias do dia, nos jornais). Também poderia ser o ícone do "pimba", moderna expressão do mesmo conceito.



2 comentários:

Kaiser Soze disse...

...houvesse um líder de oposição decente e este Governo já tinha ido de vela há muito!
Esta é a maior prova da incompetência de Seguro...e de bom juízo português.

JC disse...

A côr dos Xuxas agora é o azul???