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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Os maiores empregadores nacionais em 2013 e em 1974

O jornal Sol publica hoje um pequeno artigo sobre os maiores empregadores portugueses. Os dois maiores são a Jerónimo Martins e a Sonae-Modelo Continente.

Em 1974, antes de 25 de Abril, o jornal Sempre Fixe publicou um quadro com as maiores empresas portuguesas, segundo o número de empregados. Na altura chamava-lhes "os grandes patrões"...


Palavras para quê?

11 comentários:

Floribundus disse...

ainda há empregadores apesar dos socialismos

os socialistas vivem à sua custa
não querem trabalho, desejam um emprego com bom salário

'abaixo a reacção!'

lusitânea disse...

Agora em vez das cinturas muralhas de aço temos as cinturas negras de bairros sociais multiculturais.Foram-se as metalurgias, as navegações e tudo o resto.É o sobado em construção...mas com muita democracia e muitos eleitos...

Vivendi disse...

José,

Gostaria de lhe lançar um desafio...

É possível fazer um contraste entre o antes e depois do 25 de Abril de 74 sobre os incêndios em Portugal?

Tem informação disponível nos seus arquivos?

Obrigado.

josé disse...

Talvez não por algumas razões:

não havia tanta cobertura mediática nessa altura. Os jornais relatavam os grandes incêndios, mas apenas esses, segundo me lembro e que eram quase sempre trágicos.

A RTP idem.

E porventura haveria menos incêndios trágicos porque a política de solos e a agricultura da época era de outra natureza. Não havia mato nas matas porque era limpo pelos proprietários que dele precisavam para os animais.
E havia uma coisa que agora não há: vigias nos pontos estratégicos dos montes que habitavam casas florestais e actuavam imediatamente quando detectavam focos de incêndio.

Os bombeiros, quanto era puto, quando apareciam para apagar pequenos incêndios florestais, já vinham no fim porque as pessoas ajudavam e apagavam antes.

Vivendi disse...

Justamente esse o retrato que esperava. Já li há tempos uma notícia de jornal que dizia que o número de focos de incêndios era menor naquela época.

Mas as comparações estáticas com o estado novo são um tema tabu na agenda mediática.

josé disse...

Até os incêndios eram fassistas, nessa altura. Obscurantistas que não tinham relevo mediático como agora...

lusitânea disse...

Pelos vistos falta um observatório de incêndios...

josé disse...

Não dê ideias porque lá fora já há muito disso...

zazie disse...

eehhehehe

Maria disse...

Boa pergunta do Vivendi. E também muito oportuna.
Este negócio nojento e criminoso dos incêndios propositadamente ateados Verão após Verão desde o 25/4, dando origem a um lucro sujo de muitos milhões às entidades que directa e indirectamente lhe estão associadas e destruíndo irreversìvelmente muitos milhares de hectares do nosso riquíssimo património florestal - a juntar à criminosa destruição de bens e haveres das populações atingidas - é mais um dos imperdoáveis crimes de lesa-pátria a merecer prisão perpétua e que, não menosprezando a corrupção galopante e igualmente criminosa gerada em todos os sectores e organismos do Estado sendo mais um factor d'enriquecimento ilícito dos políticos envolvidos, este regime podre introduziu em Portugal para gáudio da politicagem regente e empobrecimento continuado dos portugueses. E o País jamais sairá deste inferno enquanto os traidores que estão directamente na sua origem nele permanecerem.

Obs.: Uma amiga nossa, que reside há mais de quarenta anos em França, veio a Portugal quando, após o 25/4, começaram os grandes incêndios em flecha, disse-nos, sem espanto: "ai vocês admiram-se de isto vos estar a acontecer?, pois preparem-se porque aqui vai ser como em França, lá temos incêndios de grandes dimensões todos os anos sem interrupção..."

Afinal, neste como em todos os outros negócios fraudulentos em que a maioria dos políticos deste regime está implicada até à ponta dos cabelos - isto passa-se em larguíssima medida nas democracias, sublinhe-se - o que está em jogo é exclusivamente o lucro pelo lucro e a qualquer preço. Vistas bem as coisas está certo o que dizem os homens de negócios norte-americanos - "não há nada que o dinheiro não compre"...,
até a honra de certos seres sub-humanos, dever-se-á acrescentar.

Kaiser Soze disse...

Acabei de ver que o Facebook do Cavaco foi inundado de posts de condolências aos bombeiros falecidos na sequência dos pêsames da presidência pela morte do consultor.
Portugal tem muitos defeitos mas a falta de imaginação não é uma delas.

Ps. não deixa de ser interessante que no confronto democracia-ditadura (em geral e não no caso específico português) o pessoal imagine que a corrupção grassa mais em democracia.
É não saber nada de nada.