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sexta-feira, 25 de abril de 2014

A noção de democracia do Público

O Público dirigido por umas  inenarráveis ( no caso a directora e uma tal Anabela Mota Ribeiro que tem a mania que é entrevistadora),  financiado por Belmiro de Azevedo, como se fosse uma fundação, convidou Alexandre Quintanilha, André Gonçalves Pereira, Henrique Granadeiro, Irene Flunser Pimentel, João Constâncio, João Taborda da Gama, José Luís Barreto Guimarães, Maria de Fátima Bonifácio, Maria de Lurdes Rodrigues, Maria Manuel Leitão Marques, Nick Racich, Pedro Magalhães e Rui Pena Pires para botarem a sua particular identificação dos "momentos fracturantes de 40 anos de democracia".

Li por alto e concluo, pelos nomes indicados,  que esta democracia é de sentido único, à esquerda e muito estreito, pelo que de democracia tem o nome. Antes de 25 de Abril o jornalismo em geral ( quase todo de oposição) era mais eclético e portanto mais democrático.
Mas a direcção do Público não compreende porque esta é a noção de democracia que concebem.

26 comentários:

Floribundus disse...

não vi qualquer noticiário. é tempo jogado ao lixo.

nunca aparecem notícias destinadas a cerca da 40% dos votantes

hoje caiu o Carmo e a Trindade devido ao excesso de idade e peso dos reformados

esquecem ou desconhecem o ditado
'tout lasse, tout casse, pout passe'

já passaram e 'passaram-se'

eram gente e vozes do outro mundo
verdadeira descida aos Infernos

João Vaz disse...

Isso é pedir muito ao Público. E não deve constar do livro de estilo. Felizmente, hoje não li, nem vi notícias. Teria sido muito violento.

Ljubljana disse...

O de hoje "puxei-o" só para arquivo morto.limitei-me a ler o de ontem, em atraso por falta de tempo, alguma coisa, nomeadamente o artigo do Erdogan a pedir perdão aos Arménios pelos acontecimentos de Abril de 1915, que eu desconhecia. Fui consultar os catrapázios de história do século XX, onde constatei que os Turcos Otomanos, de uma assentada liquidaram 600‘000 cristãos Arménios e deportaram para a morte nos desertos da Síria mais 400'000.

Choldra lusitana disse...

Dia 25 fiz abstinência do Público. Fiquei-me na net pelos títulos que não traziam qualquer referência às celebrações do "numero redondo",como lhe chama ironicamente o José. À noite evitei o fartote nas tvs mas as fotos dos apresentadores da Sic em 1974 davam mais para rir do que para servir de retrato de uma época.
A propósito de épocas,o mal desta gente que se diz jornalista é tomar a parte pelo todo. Como se coisas retratadas fossem exclusivo de Portugal antes do 25. Julgam os factos com olhos no presente,o que é falacioso e errado. É o mesmo que dizer que éramos pobres porque não tínhamos internet,telemóveis,etc. Como se os outros os tivéssem. Essa análise só pode conduzir a conclusões erradas,como é óbvio.
Quem leia na net os jornais espanhóis nota logo a diferença abissal. Nestes conseguem-se ler textos com cabeça,tronco e membros. Textos completos. Em Portugal tudo o que vá além de 2 parágrafos não vale a pena publicar-se. Incentiva-se,desde o alto,o direito à preguiça.

João José Horta Nobre disse...

Desta pouca vergonha é que ninguém fala:

http://www.historiamaximus.blogspot.pt/2014/04/ha-quarenta-anos-teve-inicio-uma.html

Deviam de ir todos direito ao Tribunal Penal Internacional!

Choldra lusitana disse...

Entretanto,hoje no i. o João Salgueiro também diz muitas verdades,sobretudo sobre o nosso modelo económico ter sido maioritariamente desenhado antes do 25 pelo Marcello. Sendo um situacionista ,seja qual for o regime,um sempre-em-pé da política e dos negócios,lá teve um lampejo de consciência na dita entrevista. Estou certo que o José a irá comentar,aguardando a sua opinião.

Miguel Carvalho disse...

Intervenção de Arnaldo Matos sobre o 25 de Abril, há poucos dis, no Congresso da FCSH no teatro Dona Maria II, com alguns momentos interessantes. O Nuno Castelo Branco ficou muito entusiasmado.

http://estadosentido.blogs.sapo.pt/arnaldo-matos-saiu-lhes-o-tiro-pela-3276729


http://www.youtube.com/watch?v=FGAgtE_9XZ4


http://www.fcsh.unl.pt/media/eventos/40-anos-de-democracia/congressos-e-conferencias-do-ihc-1

Floribundus disse...

os piratas informáticos atacaram o sistema da pgr dos mirós´

até os tel andam na Net

zazie disse...

Até um maluco quarenta anos depois passa por ajuizado.

O Grande Timoneiro, no 25 de Abril, plagiou um texto do Julio Cortázar e disse que as hienas e os chacais se digladiam, para explicar o golpe militar.

Porque não foi a boa da Revolução democrática e Popular à Mao.

zazie disse...

É impressionante. Este tarado do Arnaldo de Matos continua com a pancada da "verdadeira revolução".

E é mais um maluquinho da saída do euro e do derrube deste governo.

Não dá. Uma faculdade dá a palavra a loucos e depois os malucos são os que até tomam os remédios.

josé disse...

Os loucos estão fora do asilo.

Ljubljana disse...

Acabo agora de ler a introdução dolivro "segredos da descolonização de Angola" de Alexandra Marques,numa amostra gratuita do livro que puxei da fnac para a aplicação kobos (o e-reader da fnac). Eu reconheço-me um ignorante relativamente ao processo de descolonização, e por isso, talvez facilmente impressionavel, mas aquele texto deixou-me indignado e até revoltado quanto à irresponsabilidade dos agentes nacionais envolvidosno processo. Verdadeiramente criminoso. A leitura daquela introdução rapidamente me remeteu para as palavras sábias do texto do Marcelo Caetano aqui descritas pelo José, a propósito do tipo de gentea que este pais foi entegue desde então. Sinto vergonha dessa gente.

zazie disse...

Loucos e pessoal das barracas.

mujahedin مجاهدين disse...

Os loucos não estão fora do asilo. Os loucos mandam no asilo...

mujahedin مجاهدين disse...

Ljubljana,

então leia-o todo e aí é que vai ver...



Octávio Diaz-Bérrio disse...

O meu tio Alex aka Alexandre Tiedtke Quintanilha, último filho do meu avô materno Aurélio Quintanilha, foi, seguramente, dos que mais "sofreu" com o 25/4, pois estava na University of California, em Berkeley, USA, desde 1972 e só regressou a Portugal em 1991...

zazie disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Octávio Diaz-Bérrio disse...

Oh Zazie não seja parva!!!

zazie disse...

Se apaguei não fui parva. Não tinha reparado nas aspas mas também não disse mentira alguma.

E nem percebi a que título escreveu o que escreveu.

Sabe explicar melhor do que o que eu disse- que é comuna e rabeta e ficou pelas américas por amores?

zazie disse...

Mas ok.

Foi para lhe retribuir o facto dele também dizer na página online que tem um sobrinho fotógrafo chamado Octávio Diaz-Bérrio.

Miguel Carvalho disse...

Blogger josé disse...

Os loucos estão fora do asilo.

26 de Abril de 2014 às 11:32


Por falar em asilo, será que o Arnaldo Matos estava a falar a sério quando, na intervenção no congresso, afirmou saber quem no dia 25 de Novembro de 1975 pediu asilo na embaixada checoslovaca em Lisboa?

zazie disse...

É provável. Ele tinha lá amigos da tropa. Por isso é qeu também conseguiu sair da prisão enquanto os camaradas continuavam em greve da fome para o libertarem.


Mas ele é bué de inteligente- disse que o golpe militar foi mal feito porque foi feito em segredo.

Sem o povo saber

ehehehehehe


O gajo e louco mas mais loucos são os que continuam a ir atrás daquele parlapié.

zazie disse...

Mas há-de ter sido aquela historieta do "vamos todos para o Porto e tragam o ouro do Banco de Portugal também".

Octávio Diaz-Bérrio disse...

OK zazie! Estamos de acordo!!
E já agora quem lhe tricota as camisolas é o Richard.

zazie disse...

aahahahahahah

Esse detalhe é que é delicioso

":O))))))

Karocha disse...

Esse e outros Zazie !!!


LoLLLLLLLLLLLLL :-)