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quarta-feira, 28 de maio de 2014

28 de Maio de 1926: Salazar chegou ao poder porque o chamaram...

Hoje perfazem-se 88 anos sobre a data do golpe militar chamado "28 de Maio" e que acabou com a I República jacobina e que nos arruinou  durante vários anos após a queda da Monarquia. Os bancarrotas de então são do mesmo género dos de agora porque a estirpe é a mesma.

É data festiva que nenhum jornal ou media em geral celebram. Porquê? Pela mesmíssima razão por que celebram o PCP.

Aqui ficam meia dúzia de páginas de testemunho de quem viveu a época e não historiou tipo Rosas&Pereira.

Marcello Caetano, do livro Minhas memórias de Salazar.


3 comentários:

Floribundus disse...

no actual 28 de maio o pronunciamento foi político e esteve a cargo de António Costa

as ratazanas vão admistrar o melhor raticida do mercado
o que ao primeiro golfe deixa o adversário sem pinga de sangue

tal como para os saloios do MONSTRO
o importante é o cargo e as caricas e nunca o desempenho

'o hábito faz o Monje'

miguel disse...

José, veja se algum desses pugressistas ,doutrinadores e anti-fassistas pode contar histórias horripilantes como esta.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/um-elefante-na-cama-de-jose-eduardo-dos-santos-os-crimes-da-ditadura-de-agostinho-neto-1637531

esteves, aires disse...

"28 DE MAIO DE 1975. Neste dia, faz amanhã 39 anos, 432 militantes e simpatizantes do MRPP foram presos pelo COPCON, na sequência de um assalto às sedes e delegações do Partido em todo o país. Todo o material e equipamentos existentes foram roubados e levados para os quartéis. Entre os presos encontravam-se quatro membros do C. Central-Arnaldo Matos, secretário geral, Fernando Rosas, Carlos Santos e o autor desta publicação. A decisão foi tomada nessa manhã em reunião do Conselho da Revolução por iniciativa e imposição do PCP- partido comunista português, não vão pensar que me enganei. O então capitão Sousa Castro, com quem ainda recentemente conversei sobre este assunto, foi encarregado,pelo Conselho, de transmitir e acompanhar a decisão que não foi, com é óbvio, consensual. Otelo e Jaime Neves deram os últimos retoques na operação militar que já vinham a preparar há muito tempo e que foi comandada no terreno pelo próprio Jaime Neves" Retirado do facebook de Carlos Santos