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domingo, 19 de outubro de 2014

A PJ fora da lei? É inadmissível.

Estas duas páginas da revista Sábado de 2 de Outubro mostram-nos o que se passa na PJ, polícia de investigação e que tem regras que são as das  outras polícias. As regras são a legalidade vigente.
A excepção que aqui se configura é criminosa e a PJ não pode funcionar assim, sob pena de se perder o mínimo de moralidade que se exige ao vulgar cidadão e cujo padrão serve para se condenar pessoas em julgamento.

Perante o que aqui está escrito, o senhor que aparece na primeira fotografia e que dirige a instituição já nem devia lá estar.
Porém, com esta ministra da Justiça que estranhamente optou por deixar nos lugares as figuras do passado, no topo das instituições políciais e de segurança,  torna-se ainda mais estranho que no pase nada.


4 comentários:

Floribundus disse...

tenho o maior respeito pelas forças de segurança

isto parece a bófia social-fascista do ps e cgtp

lusitânea disse...

Gosto do Rodrigues.Um dirigente da casa como deveria ser na maioria dos casos.Nomeadamente nas empresas.
Com a divisão provocada pelos partidos todos de certeza presentes na PJ se alguma coisa grave de gestão fosse cometida já tinha saltado cá para fora.Aliás a PJ já há muito que não andava tão certinha ...
As polícias dispensam muito bem comissários políticos

Buíça disse...

Devem andar a fazer alguma coisa certa na PJ para merecerem este chorrilho de ataques ao Director por coisas do calibre de um magistrado de Ponta Delgada ter pago a tv cabo da sua residência oficial, haver quem gaste mais do que os 35 euros do plafond do telemóvel ou, horror dos horrores, atribuírem passes sociais sem verificarem que os agentes efectivamente precisam deles... Pior! Recusam-se terminantemente a dizer os numeros e nomes dos utilizadores dos 855 telemóveis para que apareçam nas páginas de uma revista qualquer. Um escândalo. Queremos uma resolução urgente do conselho de segurança da ONU, um conselho de estado, talvez mesmo até eleições antecipadas!

José disse...

Pelo que se percebe da leitura introdutória ao artigo não parece assim tão simples: "Contas bancárias que não aparecem no orçamento ( fraude, burla ou mesmo falsificação); despesas sem autorização, pagamentos sem justificação, compras que violam as regras da contratação pública, gastos astronómicos de telemóvel e uso abusivo de transportes ( abuso de poder, peculato, administração danosa,apropriação ilegítima).

Não se pode andar a caçar criminosos, alguns de meia tijela no crime económico e fazer o mesmo que eles...