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segunda-feira, 18 de maio de 2015

O nome das rosas

Esta crónica de Helena Matos no Observador reporta uma série de notícias com palavras certas. Falta uma coisa: dar o nome aos que escreveram aquelas palavras para noticiar factos e acontecimentos. Pôr o nome aos boys e girls que desvirtuam a linguagem corrente, com o fito de criarem novilíngua que julgam mais moderna.
Ao longo das últimas décadas, particularmente com a proliferação de cursos de "comunicação social" e adereços curriculares tirados nos isctes, ficamos entregues a uma brigada de costumes transformado em grupo de intervenção armada  de conceitos. As armas deixaram de ser cantigas e passaram às simples palavras que compõem a linguagem. O efeito é devastador e assemelha-se ao de uma bomba termonuclear com núcleo de esquerdismo militante e radicalismo detonador.
Foram lançados já vários engenhos desse tipo, de há 40 anos a esta parte e arrasados vários conceitos de senso comum que eram linguagem corrente e tradicional.

Quem não se apercebe desta guerra silenciosa e mortal para uma civilização tenderá a perecer às suas mãos, muitas delas anónimas e ingénuas.
Uma das últimas generalas deste exército das sombras linguísticas que traçam conceitos de moda é a deputada Isabel Moreira, uma das mais eficientes terroristas do "género", cujo pai nem se apercebe que corvo andou a criar. 
Será isto tremendismo ( uma palavra das tais...) psicológico e paranóico?

Não sei, mas basta atentar ( outra...) nos usos e costumes e palavras que os designam nos media.

Assim, com o nome posto aos terroristas ( porque é disso que se trata, na devastação de palavras) poderemos sindicar a origem da educação e a raiz do Mal.

3 comentários:

zazie disse...

Não tinha lido e a crónica está mesmo muito boa.

É literalmente isto que se passa. E é uma paraóia jacobina que mina tudo.

Zephyrus disse...

«Os crimes deixaram de ser crimes. São crimes disto, crimes daquilo… As pessoas também deixaram de ser pessoas e agora temos pessoas LGBT.»

A esquerdalhada até tempos recentes considerava a homossexualidade um vício burguês e capitalista. O PCP nos tempos da outra senhora expulsou o Fogaça depois de ser apanhado numa residencial com um homem. Era comportamento não tolerado pelo comunismo com direito à pena capital em diversos bastiões comunistas.

Por cá Salazar sempre tolerou quem tinha estas tendências desde que soubesse manter o recato e evitar o «escândalo público». Igual liberdade não se verificou nas mesmas décadas noutros países europeus e na Espanha de Franco os homossexuais tiveram outro tratamento. Nos países nórdicos houve tratamentos forçados e na Alemanha nazi havia o conhecido destino fatal dos campos de concentração.

A actual cartilha rosa é um importação de dois países odiados pela Esquerda: os EUA e Israel. Começa na Europa antes da Segunda Guerra Mundial mas tem a sua explosão nos anos 60 e 70. Tudo devidamente divulgado para o mundo pelo cinema e pela música pop.

Em Portugal a grande representante da cartilha rosa é Isabel Moreira.

É estranho que a comunicação social omita estes dados. Esconda que o regime de Salazar até foi na época um dos mais tolerantes da Europa em termos de liberdade sexual. Que o comunismo sempre rejeitou a liberdade na cama e que a cartilha rosa veio dos EUA com o devido financiamento judeu/israelita.

E também é muito estranho que ninguém reflicta sobre este movimento que não pretende apenas uma liberdade sexual que estava há muito conquistada. É um movimento com contornos políticos que vai longe e pretende mexer nas fundações de tradições milenares onde se insere a família tradicional monogâmica. Há um rumo em direcção a um «Admirável Mundo Novo» cujas consequências são imprevisíveis e cujos resultados só serão visíveis dentro de algumas décadas. E se os mitos da Antiguidade estiverem certos, não serão nada agradáveis.

Floribundus disse...

muita moreira oscila entre o práfrentex dos anos 60

e a organização com premeditação dum novo tipo de sociedade

a família substituída por novo tipo de casas de tias
vai ser o fim do estado social

menos crianças, mais velhos,
menos rendimentos, mais gastos sociais

parece a estória verídica de 'xiquiha mamadas'