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domingo, 24 de janeiro de 2016

Marcelo Rebelo de Sousa em fotomaton


Um dos melhor retratos de Marcelo Rebelo de Sousa. MEC no Público de hoje.



Mas há outro, ainda mais interessante e que foi publicado em 19 de Agosto de 1976, na revista Opção, dirigida por Artur Portela Filho.




Tudo isto para dizer que Marcelo Rebelo de Sousa não é para se levar a sério. A sério.

49 comentários:

zazie disse...

ehehe O texto do MEC está muito engraçado

Zephyrus disse...

Não consigo perceber o texto dos pretinhos.

josé disse...

Metáforas...

muja disse...

Acho que até aí já ele deve ter chegado. Digo eu...

Bic Laranja disse...

Esse Miguel é outro artista. Um sucedâneo caótico e menor do retratado. Outro cata-vento, queque, perdido e achado, ou recauchutado em desespero. Garantiu sinecura salvadora na situação com entrevistinha prévia de homenagem de feudo-vassalagem ao regimen com os fatais chavões do fascismo e da censura que, disse, o atrofiavam em moço. Trôpega mente (será das anfetaminas ou do «petróleo» escocês?) Em que terá sido censurado? Na Escritica Pop do tempo dos Bee Gees travoltas que classificava pedantemente com poias e baldes?
O que o gajo diz do outro é nada. Só no vazio acerta. Um pedaço de asno tido por espirituoso.
Cumpts.

hajapachorra disse...

Quem não é para levar a sério é quem se leva a sério. Marcelo não é nada de especial mas está muito acima da lusitana mediocridade. Infinitamente acima de palermas como o Cardoso e o Portela filho. Eu também fugiria deles. Ler livros do MEC? Mas ele nem sabe escrever em português...

josé disse...

Mec escreve croniquetas como sempre escreveu. Por vezes excede-se num humor algo involuntário. A última vez que me lembro de ter rido a bom rir foi há uns anos com uma crónica sobre "andouillettes", um prato francês que o tipo achou execrável e a cheirar a estrume de galinha.

Sobre o texto de Portela Filho deve ser a terceira vez que o coloco aqui porque me parece um achado. Sempre pareceu, desde o dia em que o li e em que fazia vinte anos...

josé disse...

Os livros do MEC devem ser uma boa merda, mas nunca os li.

Como carácter ainda me lembro o que fez aos pastilheiros que o seguiam religiosamente no Pastilhas: abandonou-os sem dar cavaco depois de alimentar uma espécie de seita para discussão de temas que escolhia a preceito.

Já foi quase há quinze anos mas lembro-me bem e julgo que não tem personalidade para enfrentar certas coisas. É um fraco.

Maria disse...

Concordo com Bic Laranja e com Haja Pachorra. O MEC é palerma demais para o meu gosto. E fiquei com esta opinião principalmente depois de o ver a dialogar(?) com Agostinho da Silva, num programa televisivo, já vai para muitos anos - neste, produzia contra-argumentações disparatadas e pouco educadas tendo em conta a pessoa que tinha à sua frente, supostamente seu convidado para ser por si entrevistado, exigindo, mais que não fosse por esta mesma razão, uma postura e correcção absolutas - opinião posteriormente confirmada em alguns programas em que mais tarde participou. Ele é sobretudo um cretino com a mania que é muito inteligente e o mais erudito dos escritores(?) portugueses.
Não entrarei em pormenores, não acho necessário, mas acrescento sòmente que MEC tem os defeitos, alguns insuportáveis, que a genética lhe confere. Não estou a inventar nada, eles estão todos à vista desarmada.

Marcelo R. de Sousa pode ter todos os defeitos que lhe apontam e ainda mais alguns, mas tem duas ou três qualidades que o colocam muitos pontos acima da maioria dos portugueses e no seu caso específico, dentre os mais interessantes comentadores que alguma vez passaram pelas televisões. É muitíssimo culto, intuitivo, sagaz, irónico "qb" sem jamais ferir o próximo, sensível, muito educado seja para quem for que tenha à sua frente (qualidade esta que prezo acima de todas as outras, muito mais num político ou, no caso, num ex-político e pròximamente de novo um político), mas, não há bela sem senão..., se ele pertence à maçonaria (creio que não) esta pecha para mim é inadmissível e imperdoável em qualquer português e por maioria de razão num político e/ou próximo presidente da República e macularia toda a consideração que possa ter por ele. Se não pertence e se se trata simplesmente de um situacionista, porém e apesar de tudo dos poucos inofensivos e aceitáveis, contràriamente à maioria dos sabujos e hipócritas que pr'aí parasitam e que vivem do e para o sistema, então vá que não vá e desculpar-se-ão os seus pequenos defeitos pelo prazer de escutar a sua extraordináia verve e simultâneamente aprender com a sua imensa sabedoria e erudição.

Bic Laranja disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Bic Laranja disse...

Capta-se o sentido geral do recorte, mas os pormenores são demasiado cifrados. Seriam o principal e confesso, escapam-me.

Na «Porta de Marfim» o prof. Marcello Caetano refere-se em remate duma longa carta ao, nestes dias depois do fim, putativo presidente da coisa.

« É certo que, à parte as de 1969, não consegui fazer eleições que se impusessem pelos seus resultados, porque os adversarios as boicotavam e nos deixavam sozinhos em campo. As oposições não eram ao Governo, mas à Constituição e ao regime, e todos os esforços que fiz para criar uma força política que dentro da órbita constitucional competisse com a A.N.P. (grupo de deputados liberais, SEDES, de que fui o único fundador...) tudo isso esbarrou com a incompreensão e espírito contestário dos meus próprios amigos. Agora têm o que merecem... Mas participam, partilham... Das anedotas que o Marcelinho R. de S. Conta perfidamente na «Gente». Estão felizes

Curiosamente a entrada de comentário da autora à carta é.... 24 de Janeiro de 1983 e ,escreveu únicamente: «A 9 de Maio de 1978 respondias-me com amigável malícia.»

Tornando ao sabujo: bom para abrilhantar salões.

Cumpts.

muja disse...

Maria,

quanto à genética do personagem, não sei se estará certa. Segundo um episódio que me contaram a ascendência dele é perfeitamente vulgar. Ele gostaria, porém, que não fosse; e daí talvez a confusão...

zazie disse...

Inventou-se judeu mas não é.

António Rosa disse...

Seja dito : a favor do MEC abona o facto de ter escrito bem e com muita graça as crónicas semanais dos velhos tempos do Independente e salvo erro do Expresso , lá para os idos de 80s a 90s , se bem me recordo , e
que ainda hoje se leem com agrado , embora muito datadas - quem não viveu aqueles anos não as consegue apreciar tanto - e que estão coligidas em livros : " A causa das coisas " ,etc
Quanto ao outro , nada de confusões , é peixe de outras águas , e o mais generoso que posso ser é passar sob o silêncio que merece .
No que toca ao novo PR...calma , ainda o home mal foi eleito...haverá
tempo de o analisar mas para já regojizemo-nos ( cada um consola-se com o que pode ) com a saída de cena do outro , pela esquerda baixa ! Pior não podemos ficar , e este pelo menos sabe estar , comer de faca e garfo , não mastigar o bolo-rei ou o meio queque a mostrar as gengivas , o que sempre é de bom tom em recepções oficiais...tambem não consta que se exprima ( ? ) em brasilês ...já estamos a facturar qualquer coisita , então ?

Maria disse...

Muja, as características fisionómicas da personagem em questão estão bem à vista. Repare, eu não tenho nada contra estas pessoas, pelo contrário, mas sei do que falo. Conheci judeus de vária origem (os meus Pais foram amigos destes) e conheci judeus cá em Portugal e além doutros amigos pessoais, fui cliente de dois deles nas suas lojas em Lisboa - David Kit, negociador de peles, Mitninsky, antiquário e Sereira Amesalak, dona de uma loja de tapetes persas. Além disso tenho na família dois judeus por afinidade pelo que estou à vontade para conhecer bem certas características físicas e de personalidade destas pessoas.

Estudei, por trabalho, os apelidos dos judeus portugueses, os convertidos ou cristão-novos com apelidos já aportuguesados ou mesmo considerados portugueses e os que conservaram os apelidos d'origem. Entre outros, seria fastidioso enumerá-los a todos, cito apenas os seguintes que pelas características específicas os identificam sem margem para dúvidas, mais que não seja pelos defeitos e qualidades de que todas estas personagens padecem e que saltam logo à vista. Temos então: Cardoso, Sousa, Pinto, Lopes, Silva, Costa, Avilez, Roseta, Salema, Salgado, Figueira, Pinho, Gomes, Oliveira, Carvalho, Carvalhosa, Carvalhal, Carvalheira, Carvalhinho, Cerejeira, Pinheiro, Rogeiro, Mendes, Garcia (também em espanhóis da mesma origem), Roseira, Pereira, Laranjeira, Ameixoeira, Nespereira, etc. Depois há os apelidos, vários, mas não todos, com nomes de peixes. E aqueles com nomes de aves e também os há com os de animais de capoeira. Há ainda os apelidos que são nomes próprios, por ex.: Jorge, Guilherme, Azevedo, Ritta/Ritto, etc.

Quanto aos apelidos estrangeiros, há uma curiosidade que aprendi ainda novita, quando esteve cá o grande pianista Arthur Rubinstein e numa entrevista televisiva, a dada altura da conversa revelou como distinguir os judeus pelos apelidos, sendo o seu próprio exemplo disso, explicando que se conheciam fàcilmente pelas terminações "stein" nos apelidos adoptados ou seja, por aglutinação de dois substantivos comuns dando origem aos seguintes apelidos: Goldstein, Rubinstein, Silver e Silverstein, Finklestein, mas também Goldberg, Bloom e Bloomberg, Getty, Freedman, Hammer, Goldman, Klein, Cheeney, Allen (americano, amigo dos meus Pais), Ross, Roth, etc. Há evidentemente os apelidos de judeus russos, polacos etc.: Bobrough (russo, amigo dos meus Pais), Mitninsky, Muszenik, etc., e ainda os políticos soviéticos d'origem judaica cujos apelidos são de todos conhecidos. E depois há os apelidos franceses, italianos, espanhóis, etc., fàcilmente distinguíveis e com a mesma origem.

Há que fazer aqui uma destrinça, existem portugueses com apelidos como os acima citados que os herdaram por casamento ou de pais adoptivos e não têm nada de judeus, pelo menos fisionòmicamente e de personalidade, quanto muito serão descendentes de antepassados longínquos dessa origem e já nada neles os identifica como tal, mas são as excepções à regra, que as há em tudo.
(cont.)

Maria disse...

(conclusão)

Como já por aqui se falou e creio que no excelente Dragoscópio, mas também noutros espaços blogosféricos, há características físicas que não deixam mentir. Físicas: orelhas muito grandes e em geral muito afastadas do rosto, algumas delas tipo abano; narizes aduncos e/ou muito salientes; olhos grandes e em muitos casos esbugalhados (por ex., aquela rapariga d'olhos claros que a cada frase esbugalha os olhos que até faz impressão e que é moderadora no programa de futebol da TVI, é uma delas, a Teresa Guilherme é outra, tanto fìsicamente como fisionòmicamente e também esbugalha os olhos a cada frase, a Júlia Pinheiro idem, aspas, mas esta não esbugalha os olhos, vá lá..., tendo porém outros tiques e expressões que não deixam mentir); as cabeças de um modo geral pequenas, testas pequenas, pescoço curto ou nenhum (a mãe do Portas é exemplo desta peculiaridade; estatura baixa ou muito baixa nos homens e nas mulheres, nestas, mas em muitos casos também neles, tronco muito curto, dois dedos de pescoço se tanto, pouco ou nenhum peito, sem ancas (tipo corpo de homem), cintura quase debaixo do peito, etc. (novamente a Teresa Guilherme e a mãe do Portas, entre outras, exemplos físicos disto mesmo). Mas também a Lídia Franco (esta já revelou a sua origem) e a Margarida Mesquita, possuem as mesmas características mas bastante menos acentuadas. A propósito, os apelidos Franco, Mello, Mayer e Meier, são desta mesma origem.

Defeitos de personalidade de quase todos eles, agudizando-se mais nos homens: Desconfiadíssimos, trocistas, sarcásticos, maldizentes, sovinas, pouco fiáveis, falsos nas amizades, vingativos, capazes de trair o próximo, irascíveis, racistas (odeiam todos os povos e até aquele de que são originários), etc. Qualidades: inteligentes ou muito inteligentes, espertos (não significa o mesmo), têm muito jeito para os negócios, galanteadores, charmosos, muito convencidos, presunçosos, vaidosos, orgulhosos, muito susceptíveis, ofendem-se por tudo e por nada, não perdoam a mais pequena brincadeira ou piada mesmo que direccionada a outrem que esteja por perto, julgando sempre ser a fazer pouco deles, etc.

O Muja já verificou a fisionomia do Esteves Cardoso? As orelhas grandes demais para o tamanho do rosto e muito afastadas deste (parece que entretanto as operou dando-lhe melhor aspecto). E o nariz esquisitíssimo e minúsculo, quase ridículo, conferindo-lhe um certo ar de macaquinho sem lhe retirar as caracerísticas fisionómicas judaicas? (parece ter também operado o nariz pois dá ideia de estar um pouco menos esquisito). E a personalidade peculiar dele não lhe diz nada? De certezinha?

Quanto a Marcelo, tendo o próprio afirmado aqui há tempos ter sangue judeu, possui todas as qualidades deste povo e muito poucos dos seus terríveis defeitos (o seu sangue judaico deve ser em quantidade mínima..., embora se note um pequeno traço característico no formato do nariz, o que não lhe retira o bom aspecto que sempre teve e de homem bonito que sempre foi e de certo modo ainda é), talvez a ironia e uma pitada de malandrice que o faz/fez pregar partidas e brincadeiras a outrem. Mas nele encontramos a sagacidade, a inteligência, a capacidade de trabalho, mas também o ser poupado, não é perdulário (não é o mesmo) e, segundo uma ou outra conversa entre seus amigos, um tanto agarrado ao seu dinheiro, o que também é característico desta raça.

muja disse...

Pois ó Maria, eu não quero estar aqui a fincar o pé porque não sei. Se o que me contaram é verdade, num episódio na Covilhã, então ele judeu não é de certeza porque quem-no diz são os próprios.

Mas da veracidade da coisa não posso afiançar.

De resto, pessoalmente, vejo a questão genética como de pouca importância. O problema com essas pessoas, quando o há e o que há, é pura e simplesmente moral. O que eles fazem, ou a conduta que levam, é imoral.

A moralidade, por definição, não pode estar ligada à genética. Portanto, eles podem ter os genes que quiserem que o problema não é esse.

Se dizemos que aquilo está de alguma forma ligado à genética ou ao sangue, é desresponsabilizá-los, pois de alguma forma isso significa que eles não têm escolha. Mas têm.

É isso, aliás, o busílis da questão. Eles escolhem ser quem são.

muja disse...

Aliás, não é só imoral: é anti-moral.

Zephyrus disse...

Na terra da minha mãe havia uma família rica os Guerreiro que era conhecida pela sovinice, depois vim a saber que este apelido poderia ter origem judaica. Na terra do meu pai havia outra família Guerreiro, que eu conheci bem, abastados mas com grande falta de higiene. Havia uma família que eram os Teixeira, também abastados ligados ao negócio do gado que eram meus vizinhos. A casa cheirava tão mal que dava vómitos. A senhora, quando o marido faleceu, arranjou um namorado, foi um escândalo na terra. Durante a manhã punha-se no passeio a vender galinhas, ovos, couves e farinha de milho da fazenda. Era um pagode pois tinha o dinheiro todo na Caixa Agrícola da terra, os empregados diziam naquela altura que era uma conta com 500 mil euros. Daí o pagode, uma mulher doente com quase 80 anos a vender no passeio da rua com uma boa pensão de viuvez e conta bancária recheada, que vivia miséria. Essa senhora ia à padaria pedir pão duro oferecido e dizia que não tinha dinheiro para comprar pão do dia. Com o pão duro fazia refeições, açordas, gaspachos, sopas de leite. Conheci tudo isto na minha infância, mais tarde soube que estas famílias tinham apelido de origem judaica. Dizia-se que as pessoas da cidade da minha mãe «guardavam na gaveta», era um dito ofensivo e a origem do mesmo era esta: a cidade teve uma enorme comunidade judaica, e os judeus eram conhecidos pela sovinice.

Quanto às características físicas. Está mais que provado que algumas doenças são muito, muito mais comuns nos judeus, e há doenças mais comuns nos askanazi e outras que são dos sefarditas. As doenças lisossomais são dos askanazi. A presença de hipertricose auricular é comum nos judeus, já notei que no Algarve é comum os homens terem hipertricose auricular a partir dos 30, o mesmo não sucede no Minho onde o problema é raro. A calvície é muito comum nos sefarditas, e surge normalmente muito cedo, associada a outras características como gordura visceral, hipertricose auricular, hirsutismo (excesso de pêlos corporais em padrão disperso), baixa estatura e síndrome metabólico, e mais tarde hipertrofia prostática.

Zephyrus disse...

Maria, há quem diga que todos os nossos defeitos que nos distinguem dos povos da Europa Média derivam da mistura com o sangue semita.

Por exemplo, já reparou que temos aversão às árvores e à Natureza? Isto já era dito pelo Almeida Garret. A Zazie que conhece bem Inglaterra sabe do que falo.

Curiosamente é nos locais onde a judiaria e o mouro não chegaram que se preservou um estilo de vida comunitário e o respeito por carvalhos sagrados e o equilíbrio com a Natureza, caso de aldeias das serras do Gerês ou Montesinho.

Zephyrus disse...

«Defeitos de personalidade de quase todos eles, agudizando-se mais nos homens: Desconfiadíssimos, trocistas, sarcásticos, maldizentes, sovinas, pouco fiáveis, falsos nas amizades, vingativos, capazes de trair o próximo, irascíveis, racistas (odeiam todos os povos e até aquele de que são originários), etc. Qualidades: inteligentes ou muito inteligentes, espertos (não significa o mesmo), têm muito jeito para os negócios, galanteadores, charmosos, muito convencidos, presunçosos, vaidosos, orgulhosos, muito susceptíveis, ofendem-se por tudo e por nada, não perdoam a mais pequena brincadeira ou piada mesmo que direccionada a outrem que esteja por perto, julgando sempre ser a fazer pouco deles, etc.»

Acrescento que tentam sempre arranjar alguém que faça o trabalho pesado por eles e a quem tratam como «escravo». E são mentirosos e sabem ser vigaristas com muita arte e engenho.

muja disse...

O problema dos judeus não são as doenças nem a falta de respeito pelos carvalhos sagrados.

É a imoralidade.

E que nos fanáticos é levada a anti-moralidade militante. Por outras palavras, a subversão activa daquilo que é a moral cristã, particularmente.



zazie disse...

Não é judeu. Inventou-se, tal como se inventou o Francisco José Viegas

zazie disse...

A isso chama-se fariseísmo.

José disse...

Fariseismo é típico de judeu...ahahahah!

zazie disse...

":O))))

BELIAL disse...

Franscisco josé viegas, o extraordinário antónio sousa homem - meu predilecto.

Streetwarrior disse...

Guerreiro é nome Teutônico, de origem germânica.
Ass
Nuno Guerreiro

Zephyrus disse...

Nem sempre.

É preciso saber a terra de origem da família.

http://www.coisasjudaicas.com/2010/04/sobrenomes-sefarditas.html

Maria disse...

Muja, olhe que o factor genético desempenha neste género de pessoas um papel muito importante, de que aliás os próprios se aproveitam. Sei do que falo. Repare que há particularidades de carácter por demais evidentes que só a esta raça (chamemos-lhe assim) dizem respeito. Tem razão quando afirma que há imoralidade no modo como eles se comportam em sociedade e relativamente às outras raças e mesmo a eles próprios. Sobretudo, como frisa e bem, se forem os mais fanáticos e é destes que o mundo deve colocar-se de sobreaviso. Quem os conhece sabe de que são capazes e disso tem a Humanidade provas de sobejo. Claro que há judeus totalmente inofensivos, tanto em Portugal como em todos os outros países. Mas sobre eles de um modo geral, creia, não conseguem modificar os terríveis defeitos de personalidade que os caracteriza por mais que o tentem e a verdade é que a maioria nem sequer o faz já que se sente bem na sua pele e mesmo orgulhosos de os possuírem, já que são por eles considerados virtudes e não defeitos. Crêem-se seres humanos especiais ungidos por um qualquer óleo divino e consequentemente superiores a qualquer outro mortal. E muitos deles não são de confiar e têm maus instintos. O seu espírito vingativo é de fugir. Foi-me contado por uma amiga de longos anos, um episódio passado com um casal seu conhecido, que atesta até onde eles são capazes de chegar para se vingar, por puro ódio, a quem os ofendeu, ainda que não se trate de ofensa grave mas apenas de um qualquer incidente sem importância. Isto passou-se entre marido e mulher. O marido não quis comprar à mulher determinado objecto que ela queria para a casa. Pois bem, para se vingar a mulher foi direita a um terreno onde o marido cultivava várias espécies frutíferas e despejou uma quantidade enorme de sal junto ao tronco de uma árvore em fase de crescimento que ela sabia ser a que o marido mais cuidava com enlevo. O objectivo da mulher era que o cloreto de sódio atingisse as respectivas raízes e as secasse através da sua rápida absorção pela terra, não tendo a árvore a mínima hipótese de vir a medrar. Árvore esta tratada com carinho e desvelo pelo marido, dedicação a que só os verdadeiros amantes deste género de cultivo são capazes de abraçar. Depois da maldade praticada, a mulher praguejou contra o marido como se ele estivesse presente, este entretanto ausente e ainda desconhecedor do que havia acontecido à sua querida árvore "ai não me compraste o que eu queria, então agora vais ver mirrar e desaparecer a árvore que tanto adoras". Escusado será dizer que ambos eram judeus. O mesmo processo cruel de usar o sal para fins desumanos, já fora escolhido pelo vingativo e mauzinho Marquês de Pombal para tornar para sempre infecunda a terra onde, por sua ordem expressa, os restos mortais dos infelizes Távoras haviam sido depositados. Lá está, uma possível explicação para tanto mal, só possível de ter sido engendrada por um espírito duplamente malsão, poderá ser encontrada no seu apelido, é que o Marquês era Carvalho e era Mello...
(cont.)

António Rosa disse...

O que para aqui vai , meu Deus !!!

Comecemos pelo princípio ,e ao resto lá iremos com os devidos vagares , que o tema dá pano para muita manga ...

a ) Uma coisa é a etnia e o sangue . ( judeu ,árabe , celta ,visigodo ,vandalo ,suevo ,ibero , huno , et al..)

b) Outra coisa é a crença religiosa ( Cristo , Alá , Buda ,et al...)

c)Outra coisa ainda é a expressão político/ideológica que leva a agregar num mesmo território e sob as mesmas instituições ( leia-se Estado ) individuos que comungam dos mesmos valores .
No caso vertente da etnia em (imprevista) discussão , começo pelo
seguinte:
No que diz respeito a a), os Portugueses tem TODOS ,de uma maneira ou de outra , parcialmente pelo menos ,sangue judeu (bem como árabe , celta, visigodo e outros .Limito-me aqui a recordar aos mais esquecidos a ocupação do nosso território anterior ao sec.XII , em que foi fundado o Estado português.Qualquer resquício que ainda houvesse- depois de séculos de uma convivência que sempre teve os seus altos e baixos e os seus momentos trágicos como o massacre de 19 Abril de 1506 , a Inquisição etc etc - da antiga nobreza portuguesa de sangue visigótico , ou o que restou dela depois do desastre de Alcácer-Quibir, foi diluída na miscigenização imposta pelo Marquês de
Pombal , ao criminalizar qualquer futura referência discriminatória que fosse a Cristãos-Velhos e Cristãos-Novos e mais : ao impor às mais importantes famílias da nobreza antiga casamentos mistos com cristãos novos .
( cont )
baixos

António Rosa disse...

P S ( absit omen ! )

Esta é para " José "

Afinal sempre se riu a bom rir com a croniqueta do farceur !
Quanto ao APF , já lhe foi em devido tempo destapada a careca por Vera Lagoa( ver " Revolucionários que eu conheci " , ed Intervenção ,alfarrabistas ou feiras)

Maria disse...

(Conclusão)

É de todos conhecido, vem nos livros, o que os produtores dos primórdios do cinema e mesmo os que foram sobrevivendo até há poucas décadas - e pràticamente todos eles judeus d'origem europeia - eram capazes de fazer para se vingarem de quem lhes desobedecia às ordens ou desagradasse de alguma maneira. Eram maus que se fartavam e vingavam-se da pior maneira dos actores, realizadores, encenadores, técnicos, etc., sempre que estes actuassem em filmes de forma diferente daquela por eles imposta ou executasse menos bem alguma tarefa técnica (na verdade viviam sob uma espécie de escravatura, segundo palavras de algumas actrizes desse tempo) ou, ainda muito pior, se os artistas negassem às suas investidas sexuais, fossem eles homens ou mulheres - sendo os seus alvos preferenciais os actores, porque a maioria dos produtores de Hollywood eram homossexuais - tal ousadia significava a destruição pura e simples das suas carreiras. Foi assim que foram destruídas carreiras e vidas de alguns realizadores (sempre que não judeus), de muitas actrizes e actores e de outros trabalhadores contratados pelos diversos Estúdios de que eles eram os presidentes. O seu lema, aliás divulgado pelos próprios, era "eu posso destruir uma carreira com um estalar de dedos". Os artistas (curiosamente a grande maioria deles d'origem judaica - estes arranjavam sempre trabalho com a protecção dos produtores da mesma origem, tal como os situacionistas têm sempre trabalho assegurado nas democracias... estranha coincidência esta - mas com nomes e apelidos propositadamente alterados para passarem por não-judeus e seus filmes serem mais fàcilmente aceites em todo o mundo) e demais funcionários temiam-nos. Eles eram reis e senhores no seu meio de actuação, do género "quero, posso e mando" e de facto mandavam naquela indústria, chegando ao ponto de aconselhar os presidentes da república, tendo voto na matéria na condução da respectiva política. Não sei se ainda hoje isso acontece. É muito possível dado o seu (crê-se que ainda) poder imenso, tendo em conta a incomensurável contribuição daquela indústria, que vem desde o seu início, da ordem dos muitos biliões para o PIB do país.

Zephyrus, tem razão em muito do que afirma, mas olhe que quanto ao Norte do País não ter sido um dos pontos do País escolhido por judeus para lá viverem, penso não ter sido bem assim. Sei que eles se instalaram em número razoável em zonas específicas tanto no Centro, como nos dois Alentejos e no Sul de Portugal. Não estou certa sobre as regiões de por exemplo Trás-os-Montes, mas creio ter lido algures que embora em número reduzido, também por lá se estabeleceram não sei exactamente em que cidades ou vilas. Mas repito, posso estar errada neste particular.

Mais uns apelidos e nomes próprios tornados apelidos, que me vieram entretanto à memória: Vieira, Ramos, Breyner, Bryner, Valentim, Lucas, Gabriel, Luís.

Krippal não sei se é um apelido judaico, creio que não, mas falta saber o apelido da mãe alentejana e da avó sevilhana, do Herman José, pessoa que só usa os dois nomes próprios. O seu apelido Krippal do lado paterno, só foi conhecido ainda não há muitos anos, designada e primeiramente através de um primo com este apelido, que escrevia nalguns espaços blogosféricos. Mas de facto não é necessário sabê-los, basta atentar na sua fisionomia, aspecto físico e género de personalidade - nariz demasiado proeminente, baixíssima estatura, é trocista, maldoso, mal-intencionado, tem sempre uma vontade incontronável de pregar partidas de mau gosto e de gozar com o próximo, é cínico, oportunista, inteligente, inveja os ricos e sobretudo os bem nascidos (ele está farto de dar a entender uma coisa e outra), é ganancioso por dinheiro (para o conseguir trabalha incansàvelmente) e de adquirir objectos de colecção caríssimos (ele próprio o disse e repetiu vezes sem conta) - para não restarem dúvidas quanto à sua origem genética e o carácter que o habita.

muja disse...

De certo que há particularidades de carácter típicas. É esse o problema.

Eu não acredito é que isso seja determinado, pouco ou muito, pela genética ou biologia. Não acredito e acho que é um profundo erro pensar assim. No fundo é reconhecer-lhes a razão e vai contra tudo o que nos é próprio.

Eles não são essencialmente diferentes. São meras pessoas. São capazes de bem e de mal como todas as outras pessoas. Não são escolhidos nem eleitos para nada nem por nada, muito menos por Deus, porque ninguém o é só por nascer aqui ou acolá ou deste ou daquele - foi isso que Jesus Cristo veio dizer aos homens. E é por isso que os chefes deles o abominam.

Que eles pratiquem ou tenham praticado historicamente a endogamia e isso tenha consequências, pois sim. Que eles apresentem certos fenótipos típicos, também. Mas não são judeus por isso. Antes pelo contrário: fazem isso porque são, ou se crêem melhor dizendo, judeus. Particularmente porque isso perpetua a segregação da qual depende a sobrevivência da superstição, interna como externamente.

É uma superstição tribal totalitária, e como tal não se distinguem completamente os aspectos étnico, religioso ou político. Depende fundamentalmente da segregação. De outra forma os membros da tribo percebem que a tribo não tem razão de existir - como acontece até com os povos mais primitivos das profundezas de África ou das ilhas perdidas do Pacífico. Dado tempo suficiente de convivência com o resto da humanidade, as tribos diluem-se e desaparecem.

Isso só não aconteceu com os judeus porque eles estão longe de serem primitivos na forma e os seus chefes tentaram sempre contrariar essa tendência natural, e souberam impor a segregação. É a única coisa que um judeu não pode fazer, externamente: deixar de se segregar. Pode ser ateu, pode ser o que ele quiser, desde que continue a ser "judeu". A considerar-se diferente dos outros homens. Abandonar essa condição, porém, traz imediatamente a condenação impiedosa da tribo que só não é a morte quando não pode ser, mas é como se fosse.

zazie disse...

Como em tudo o que entra sangue, há predisposições genéticas- a tradição faz o resto.

Ter olhos azuis ou castanhos ou cabelo em carapinha também é genético e acerca disso a escolha é cabeleireiro ou lentes de contacto coloridas.

zazie disse...

Há mais tribos que nunca se diluíram, caso dos ciganos, por exemplo. E mais- o tribalismo africano e os problemas do Médio Oriente explicam-se em grande parte por isso.

muja disse...

É verdade que há mais tribos que nunca se diluíram, mas nenhuma dura há tanto tempo, é tão coesa internamente, e ao mesmo tempo tão dispersa geograficamente - e tão sofisticada na sua adaptação aos ambientes em que se encontra. Nem tão ciosa da manutenção da segregação.

O caso dos ciganos é interessante, aliás. Creio que, se não fosse a estratégia de vitimização e o "anti-racismo" - que não foi nem é iniciativa deles e do qual eles apenas aproveitam as vantagens imediatas que lhes traz, e que são apenas materiais, eles já teriam desaparecido enquanto grupo separado; particularmente desde a generalização e prolongamento do período da escolaridade obrigatória e dos apoios sociais e de saúde.

Ou seja, se não fosse a discriminação "positiva", que é apenas uma forma de segregação com objectivos políticos para promover ideologias e interesses que não têm nada que ver com eles ou com o seu bem-estar, já teriam sido completamente integrados.

O caso dos muçulmanos é diferente porque a religião é universalista e proselitista. A etnia só é relevante nos casos particulares de cada sítio - é somente circunstancial.

Maria disse...

"Eu não acredito é que isso seja determinado, pouco ou muito, pela genética ou biologia. Não acredito e acho que é um profundo erro pensar assim. No fundo é reconhecer-lhes a razão e vai contra tudo o que nos é próprio.

Eles não são essencialmente diferentes. São meras pessoas. São capazes de bem e de mal como todas as outras pessoas. Não são escolhidos nem eleitos para nada nem por nada, muito menos por Deus, porque ninguém o é só por nascer aqui ou acolá ou deste ou daquele - foi isso que Jesus Cristo veio dizer aos homens. E é por isso que os chefes deles o abominam."(Muja)

Muja, a Zazie tem razão. As coisas não são assim tão lineares. As tribos não se diluem com a facilidade que dá a entender. Pelos menos as mais enraízadas e com características específicas, que têm perdurado ao longo dos séculos (como as tribos de certas regiões africanas e determinadas tribos índias na selva brasileira, abre-se uma excepção para os índios norte-americanos mas aqui sabem-se as razões.) Há as excepções de elementos dispersos destas tribos que as abandonam, adoptando as regras e até as tradições dos países onde se integraram. A cultura, tradições e certos hábitos ancestrais dos ciganos, por exemplo, são, em muitos casos, semelhantes aos dos judeus, sejam estes praticantes ou não (nos ciganos também há elementos que por qualquer razão decidem abandonar a 'tribo' e inclusivamente casar-se com gentios, como é do conhecimento geral, mas lá está, são as tais exepções que confirmam a regra). Se compararmos ambas as raças verificaremos que não se diferenciam tanto quanto isso. Casam-se preferencialmente com os da própria etnia, mesmo se parentes próximos, sem problema nenhum, neste particular sabemos as duas principais razões por que o fazem - tal como no caso dos judeus e tal como acontece entre certas tribos em África e na América do Sul e mesmo na Austrália entre os aborígenes, em parte pelas mesmas razões; estas duas raças ou etnias, têm regras e modos de vida muito semelhantes.

O Muja contradiz-se na sua primeira frase do primeiro parágrado supra-citado. Os defeitos que temos vindo a debater sobre esta raça, são de facto determinados pela biologia e a genética. Se eles abominam Jesus Cristo, como o Muja frisa e bem, pelo facto de Ele ter vindo dizer que todos somos iguais, isto significa tão só que eles se consideram superiores ao resto da humanidade. Ou não será assim? Evidentemente que, como em tudo, nestes casos também há excepções, mas serão relativamente poucas.

Aqui há anos, numa viagem para Nova York em que iam também alguns familiares meus, neles incluído um destes judeus que já faz parte da família e que ia sentado ao meu lado. No banco oposto estava um amigo dele, judeu também, já integrado(?) na vida do País (e cultura?) com inclusivamente um negócio rendoso em Portugal. Este rapaz, conservando ainda um apelido judaico-alemão, foi o tempo todo da viagem a dizer mal dos restantes portugueses que viajavam no avião. O nosso familiar judeu, mais não fazia do que concordar com o amigo em tudo, juntando-se nas críticas acerbas e gozo geral e mal disfarçado em relação aos portugueses em geral... Que me diz o Muja sobre o posicionamento, civismo, integração(?) na cultura do país adoptado e carácter sui generis destas duas personagens? E não acha que sobressai nestas pessoas, como algo detestável que os afasta dos outros, a intolerância, o racismo, a antipatia, a superioridade rácica de que se julgam possuidores únicos e privilegiados, seja inconscientemente ou não (o espírito da raça a que pertencem fala sempre mais alto e é mais forte do que eles) a biologia e a genética?...

muja disse...

Não acho, Maria.

Acho que eles é que perpetuam essa ilusão de que as características são genéticas. Confundem deliberadamente causa com efeito para confundirem toda a gente, incluindo eles próprios.

Eles consideram-se superiores ao resto da humanidade, de facto. Mas não são. Nem sequer são particularmente bons em nada a não ser a sobrerepresentarem-se, isto é, a obterem poder numa medida desproporcional aos seus números num grupo. Mas isto também só é chocante nos nossos tempos ditos democráticos.

Os aristocratas, nobres ou fidalgos de outros tempos também estavam sobrerepresentados. Também praticavam a endogamia e também valorizavam o sangue, que até tinha outra cor.
Hoje sabemos bem que o que mais importava eram duas coisas, intrinsecamente relacionadas: a família e a educação. Um aristocrata podia de facto ser melhor que o povo, e era na maioria das vezes, mas devido a essas condições referidas. Noutras ocasiões saiam atrasados mentais ou lerdos. Noutras ainda, não passavam de burgessos com dinheiro e poder.

De resto, há imensa variedade genética entre os judeus. Há-os de todas as espécies e feitos. Até pretos. Às tantas até os há de olhos em bico. Que conclusão tiraremos daí?

muja disse...

E depois, vejamos, se as características são determinadas, quer dizer que eles não têm escolha.

Se eles não têm escolha, não são livres. E como o que verificamos é que o que mais lhes dá é para o mal, então isso quer dizer que eles são intrinsecamente maus, ao contrário dos resto dos homens, que podem escolher entre o mal e o bem.

Portanto, quer dizer que a premissa fundamental do cristianismo é falsa. Não somos todos iguais. Os judeus são diferentes porque não podem escolher, não têm liberdade. Ou seja, por outro lado, a moral não se lhes aplica e eles não têm culpa dos crimes que praticam em nome da sua superstição.

Isto para mim é um absurdo.

muja disse...

Podem dizer, realmente, que as coisas não são assim lineares e que eles conservam alguma medida de liberdade que lhes permite escolher entre o mal e o bem, mas que são predispostos, também noutra medida, para possuírem aquelas características que os levam a praticar o mal.

Bom, mas isso de que nos vale? Como saberemos onde acaba a predisposição e começa a liberdade? Como saberão eles?

Zephyrus disse...

Maria,

a minha bisavó materna era uma daquelas senhoras católicas «à moda antiga», com livros de orações em latim, idas regulares à missa, praticante de caridade. Falava muito das raças da terra, e dizia quem tinha «sangue» ruim e quem não tinha. Conhecia as famílias, os apelidos e sabia as «origens». Hoje olho para trás e percebo estes conceitos pois vejo que os filhos e netos repetem os vícios e as virtudes da ascendência.

josé disse...

Nas aldeias sabiam estas coisas. O sangue ou seja os genes têm a sua importância.

A acha sai à racha e maria à sua mãe. Filho de peixe sabe nadar e por aí fora, são ditados da sabedoria popular.

Há uns meses ouvi alguém dizer que o Paulo Portas sai à mãe e por isso não é muito fiável. Quem o disse? Já nem me lembra mas era alguém que os conhecia bem.

Zephyrus disse...

O Centeno se sair ao pai... foi colega de escola do meu pai...

Zephyrus disse...

Conheço bem os Centenos, socialistas e v....istas do Algarve.

Maria disse...

"... que eles conservam alguma medida de liberdade que lhes permite escolher entre o mal e o bem, mas que são predispostos, também noutra medida, para possuírem aquelas características que os levam a praticar o mal."(Muja)

Muja, mas tem que ser forçosamente uma questão genética. Eles podem escolher perfeitamente entre o bem e o mal, eles são seres racionais, não são animais irracionais. Se eles não escolhem fazer o bem é porque não querem. Eles são mauzinhos por uma questão genética, o que não significa que não esteja ao seu alcance fazerem o bem em vez do mal, eles têm poder de escolha, tal como qualquer outro mortal. E sim, os humanos são todos iguais, conforme anunciou Jesus Cristo. E tanto assim é que há judeus extremamente bondosos e que gostam de fazer o bem. Mas são raros. E neste campo, devo dizer porque os conheço, há os que sabem separar o bem do mal e serem pessoas do mais agradável e prestável que imaginar se possa, mas, atenção, são os raçados (permitam-me a expressão) ou semi-judeus ou aqueles cuja percentagem de sangue judeu é bastante reduzida, ainda que não neguem a sua ascendência e se note essa pequena percentagem num ou noutro traço fisionómico, sendo não obstante muitos destes extremamente bem parecidos e até, como antigamente seriam classificados, homens giros, umas "brasas":) E claro que as particularidades negativas ou defeitos detestáveis, que cracterizam os seus parentes afastados, infelizmente vão inteirinhos para aqueles que são 100% judeus.

"Como saberemos onde acaba a predisposição e começa a liberdade? Como saberão eles?"(Muja)

Muja, eles, como todos os seres humanos, são obra de Deus. Eles estão tão predispostos e têm tanta liberdade para escolher entre o bem e o mal, como qualquer outro ser humano. Se não o fazem é porque não querem. Aliás - e aqui também discordo da sua avaliação - eles são suficientemente inteligentes, na verdade muito inteligentes, para saberem destrinçar entre as duas coisas. São de facto pessoas mais inteligentes do que as de quaisquer outras raças, isto tendo em conta a sua reduzida dimensão como povo, que atingirá pouco mais do que a dezena de milhão. Que há outros povos inteligentes? Claro que há, mas não na mesma percentagem, nem pouco mais ou menos.


"...ouvi alguém dizer que o Paulo Portas sai à mãe e por isso não é muito fiável. Quem o disse? Já nem me lembra mas era alguém que os conhecia bem." (José)

José, é muito possível que Portas saia à mãe e não só na fiabilidade. Lá está (esta dica vai direitinha para o Muja:) temos novamente em evidência as características físicas e psicológicas (e genéticas) da sua origem judaica, com todas as qualidades e defeitos inerentes à raça: inteligentes, trabalhadores, gostam de dinheiro que se farta, têm a mania da superioridade e, claro, que consideram-se mais inteligentes do que os demais, são pretensiosos e demasiadamente vaidosos, a mãe dele então é insuportàvelmente pretensiosa. Mas há outros como eles em Portugal. Deve dizer-se que estes dois não representam o que caracteriza o verdadeiro judeu, até porque são descendentes (próximos?) e não originários. As características físicas e de personalidade, porém, estão todas lá.

muja disse...

Sem querer prolongar a discussão indefinidamente, sempre direi, em relação a esses ditados, que lhes está implícita a circunstância de os filhos serem criados pelos pais.

Para se tirar isto a limpo era necessário observar filhos de judeus que não tivessem sido criados pelos pais ou por judeus. E depois então ver se tinham os tais defeitos ou não.

A minha aposta é que seriam indistinguíveis do resto.

Maria disse...

"A minha aposta é que seriam indistinguíveis do resto.(Muja)

É muito capaz de ter razão.
E claro que não há necessidade de prolongar a discussão, que na verdade nem discussão era, mas mais troca de opiniões.

De facto e pegando na sua deixa, há alguns exemplos conhecidos tanto cá como lá fora. Tomemos apenas um, o filho de dois artistas famosíssimos. O filho biológico de Mia Farrow e de Woody Allen foi criado quase desde que nasceu só pela mãe e parece nunca ter querido dar-se com o pai. E tem à partida uma vantagem, não ser físicamente nada parecido com o pai. Este afirmou há anos, como que a vaticinar-lhe um melhor futuro do que o dele próprio e neste (como noutros aspectos) terá carradas de razão e isto porque ele é uma pessoa com um feitio muito estranho (no dizer da ex-mulher, da ex-sogra e doutras pessoas que o conheceram bem), para dizer o mínimo, mas como pessoa inteligente que é (lá está, a tal inteligência que caracteriza estas pessoas) sabe perfeitamente que é uma verdadeira desgraça psicològicamente falando - é hipocondríaco e maníaco-depressivo e é o próprio quem o afirma sem peias nos filmes que produz (o actor Peter Sellars, também judeu, era também fortemente afectado por estas duas patologias). Palavras do pai em relação ao filho "ele tem muita sorte, ainda bem que é parecido com a mãe e não comigo...".

Antes que passe a oportunidade, desculpem lá, ocorreram-me mais alguns nomes próprios que passaram a apelidos e apelidos autênticos e que, particularmente estes, revelam o carácter sui generis das pessoas a que pertencem.

Ayres, Aires, Simão, Simeão, Isidro, Gaspar, Vitorino, Nini, Elias, Pimentel, Bento, Sequerra, Sequeira, Horta, Lucas, Coelho, Pintassilgo, Pato, Sardinha, Chichorro, Garoupa.

Maria disse...

Desculpem lá o mau jeito:), mas antes que me esqueça aqui vão mais alguns apelidos que entretanto me vieram à memória, para juntar aos anteriormente citados: Louro, Loureiro, Enes, Anes, Niza, Tordo, Pardal, Casqueiro, Castanheiro, Espinheiro, Craveiro, Ferro (não que seja exactamente este apelido que os identifica, não é, mas outros, ausentes ou não, que evidenciam a sua origem genética visíveis nos traços fisionómicos, como, entre outros, a ausência total de queixo além de defeitos graves de personalidade, como por ex. Ferro Rodrigues, sobejamente conhecidos), Carpinteiro, Sapateiro (Zapatero, em Espanha, este, com todos os defeitos estampados nas feições e evidnetes no percurso político percorrido, teve que fazer um implante porque não tinha queixo, uma das características genéticas desta raça, mas igualmente e mais raramente o queixo demasiado proeminente), Cardo, Cardona, Azinhal, Azinheiro.