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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Justiças desiguais para casos similares...

Sapo RR:

O Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa considerou nulo o grau de licenciado atribuído a Miguel Relvas pela Universidade Lusófona, avança a TSF.

Miguel Relvas conclui a licenciatura fazendo apenas quatro das 36 cadeiras. As restantes através do reconhecimento da "experiência e formação profissionais" do ex-ministro do PSD.

A decisão foi tomada na quarta-feira
.

 Esta licenciatura agora anulada grita pela injustiça que representa o arquivamento do procedimento administrativo para eventual anulação de outra licenciatura tirada ao Domingo... e que em tempos foi julgada muito diferente e com credibilidade acima de suspeita, por jornalistas desportivos, daqueles que torcem pelos clubes, desalmadamente.

6 comentários:

Floribundus disse...

ps amigos são para as ocasiões

o direito serve todos os fins,
com ou sem principio,
desde que tenha meios

Carlos Diniz disse...

Estranhamente, ou não, ninguém fala do mestrado "martelado" da ex-ministra de educação, Isabel Alçada, assim como do ex-secretário de estado, Valter Lemos. Será que o José não quer investigar?

Luis disse...

Com o sistema existente na universidade onde se "licenciou" de reconhecimento de equivalências de experiência profissional a unidades curriculares qualquer trolha rapidamente seria engenheiro civil.
Naquela universidade davam (será que ainda dão?) equivalência a polícias nas cadeiras de penal e processo penal apenas porque estes, na sua formação nas escolas de guardas, tinham tido aulas sobre a matéria e depois levantavam autos nos seus postos ou esquadras.
Tal como davam equivalências na cadeira do sistema de segurança e defesa a militares ou policias porque essa era a área da sua atividade profissional. E quem reconhecia a equivalência e atribuía uma nota de equivalência nem era o professor da cadeira que não era visto nem achado em matéria de equivalências, porque o regime destas na universidade não o exigia.
O que era preciso era conseguir inscrições nos cursos. Estas equivalências eram um aliciante e, assim, rapidamente se conseguiam licenciaturas de 3 anos em muito menos tempo. O problema era quando havia reclamação da nota de equivalência recebida pois, para justificar aquela face a outras atribuídas, era uma carga de trabalhos por falta de objetividade. Antes falava-se em cursos tirados na farinha Amparo.

altaia disse...

Foi só o inglês técnico ó inteligente

Emengardo Tarciano disse...

Basta não ter o Inglês Técnico para não ter licenciatura.
Não são atribuídas licenciaturas com cadeiras em falta. mesmo que seja só uma.

BELIAL disse...

Sentença "apara-relvas".
Foi-lhe ao CUrso.

Já a do "outro", poderá ir-lhe, mesmo, mesmo...