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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A maior anedota o ano! Riam...riam...



 Observador:


Presidente da Mota-Engil sem confiança para investir em Portugal .
 O presidente da Mota-Engil, António Mota, afirmou que é preciso investimento público no sector da construção, mas admitiu que ainda não tem confiança para investir em Portugal, preferindo esperar para ver.


Absolutamente incrível mas ao mesmo tempo revelador. Perguntem agora ao "hadem" como é que isto é...

10 comentários:

Ricciardi disse...

Mario Draghi diz o mesmo por outras palavras.
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É provável que brevemente a despesa em algum investimento (Público) deixe de contar para o défice. A comissão propôs essa ideia e, se vingar, a ue voltará a crescer, libertando-se finalmente da tecnocracia reinante.

Há muitas áreas onde o investimento é essencial na Europa e Portugal. Nas energias, da educação, nalgumas infraestruturas, nas ciências.

A europa precisa rapidamente de se livrar dos líderes que a definham. Basicamente a Europa tem sido gerida por juristas e não por economistas. Regras que inventam sem sustentação técnica e que fazem cumprir sem racionalidade económica.

Uma purga. Menos legalistas e mais economistas. Menos regras e mais ciência.
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Rb

Ricciardi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Kaiser Soze disse...

Planificação estatal, cool.
Planos quinquenais?

Ricciardi disse...

Planos de fomento à escala europeia. Parece-me bem. As boas ideias devem ser recuperadas. Sem condicionamento industrial, claro.
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Ricciardi disse...

Planos de fomento à escala europeia. Parece-me bem. As boas ideias devem ser recuperadas. Sem condicionamento industrial, claro.
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muja disse...

Ahah, fomento à Sócrates pois então.

Já não me lembra: no caso dele é para levar a lei à letra ou aplica-se a moral?

CCz disse...

essa gente não se enxerga

altaia disse...

Serão conselhos do administrador Paulinho Portier

joserui disse...

O trafulha do 44 fomentou-se bem a ele e aos amigos. Grande sacana. -- JRF

jbp disse...

Estes 'capitalistas' do rectângulo sempre com a mão estendida à espera do subsídio.